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03/07/2008 - 02h35

Para Cevallos, sucesso nos pênaltis foi obra do divino

Bruno Rousso e Pedro Ponzoni
No Rio de Janeiro
Alguns questionam a sua capacidade, porém, sem dúvida, Cevallos foi o principal nome da LDU na conquista inédita da equipe equatoriana, nesta quarta-feira, sobre o Fluminense, no Maracanã, pela Copa Libertadores da América.

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Um fato chamou a atenção de todos quando a decisão foi para os pênaltis, após derrota da equipe visitante por 3 a 1 para o Tricolor no tempo normal. Muitos apontaram como "cera" o gesto do goleiro de "conversar" com a rede antes das cobranças inimigas. O próprio Cevallos explicou o ocorrido.

"Fiz isso para evocar o espírito do meu pai, que morreu há 25 anos, e da virgem milagrosa. Pedi para que eles pudessem me ajudar naquele momento", disse.

Para a surpresa de muitos, Cevallos revelou não ter tido grandes méritos ao defender as cobranças de Tiago Neves, Conca e Washington: "Não foi sabedoria e nem trabalho. Apenas ajuda divina", encerrou.

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