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Desde que Betão quebrou o jejum de quatro anos sem vitórias do Corinthians sobre o São Paulo, no Brasileirão de 2007, o clássico entre Palmeiras x Santos passou a ser o duelo entre grandes paulistas que há mais tempo aponta um só time "no lucro", no caso o clube da Vila, que defende invencibilidade de oito jogos sobre os alviverdes.
Rivais nesta quinta-feira, no Parque Antarctica, Palmeiras e Santos relevam números e retrospectos, preferindo mirar a necessidade de reação no Nacional. Reação, aliás, é a palavra mais dita no cotidiano santista. Penúltimo colocado no Brasileirão, o Santos amenizou crise ao derrotar o Sport, domingo, na Vila, e sabe que mesmo com uma nova vitória frente ao clube paulistano seguirá na zona de rebaixamento. "Não podemos achar que uma vitória no clássico vai resolver tudo. Será muito importante para o time sair da zona de rebaixamento e demonstrar que temos condições de melhorar no Brasileirão", destaca Molina. Derrotado na rodada passada para o ameaçado Goiás, o Palmeiras espera manter o Parque Antarctica como trunfo em 2008. O time alviverde ainda não perdeu em seu estádio neste ano: foram 10 vitórias e três empates. Luxemburgo, por sinal, é o treinador de melhor retrospecto da história do clube atuando no estádio localizado na zona oeste de São Paulo: em 108 jogos, obteve 90 vitórias, 14 empates e apenas quatro derrotas, aproveitamento de 88%. "Em se tratando de clássico, nunca existe favorito. É um jogo de muita rivalidade, e as duas equipes buscam seus objetivos. O Santos vive um momento complicado, mas vem de uma vitória importante. A necessidade de vencer do nosso time é muito grande, e por isso não vejo favorito", analisou o centroavante Alex Mineiro. UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s) |