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Apesar do esforço da oposição para impedir que a parceria pela construção da Arena Palestra Itália seja aprovada neste sábado, a Justiça de São Paulo assegurou a realização da eleição envolvendo os sócios do Palmeiras. Assim, eles vão às urnas para votarem se são a favor ou contra a assinatura do contrato com a empresa WTorre.
"As duas liminares foram indeferidas, e o assunto está liquidado", celebrou o vice-presidente de futebol do clube alviverde, Gilberto Cipullo. Os sócios entraram com uma ação na 27ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, enquanto o conselheiro Piraci de Oliveira, ligado ao ex-presidente Mustafá Contursi, foi à 19ª Vara. Os oposicionistas contestam a parceria da forma como ela foi apresentada pela atual diretoria palmeirense. Questionam os valores do acordo e pedem um debate mais profundo antes da assinatura do contrato. "Achamos que tudo está sendo resolvido com muita pressa. Não há um debate sobre o assunto, e os valores teriam que ser revistos. Não somos contra a Arena e a parceria, mas desse jeito o Palmeiras está entregando seu patrimônio a toque de caixa, sem a devida recompensa pela importância, localização, valor e marca do clube", argumenta Contursi. Durante a semana, a diretoria do Palmeiras divulgou uma carta assinado pelo presidente Affonso Della Monica explicando o projeto aos sócios, que têm o direito de voto no sábado. "Em poucas palavras, esse projeto transformará o Palmeiras em um dos mais modernos clubes sociais do Brasil. E o melhor de tudo isso é que, em nenhum momento, seremos forçados a elevar o custos das mensalidades. Ao contrario, o projeto trará novas receitas para o Palmeiras, além de aliviar nossos cofres das despesas com a manutenção do estádio (todos os custos e despesas da nova Arena ficarão por conta da WTorre, nosso parceiro)", relata a carta. UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s) |