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08/04/2009 - 07h10

Luxemburgo encara Sport e retrospecto negativo contra Nelsinho

Rafael Prada
Em São Paulo
O técnico do Palmeiras, Vanderlei Luxemburgo, não enfrentará somente o Sport, nesta quarta-feira na Ilha do Retiro, em partida válida pela Copa Libertadores da América. Ele também terá pela frente um retrospecto negativo contra o treinador da equipe pernambucana, Nelsinho Batista.

Desde que se enfrentaram pela primeira vez, no Campeonato Paulista de 1990, quando Nelsinho comandava o Novorizontino e Luxemburgo treinava o Bragantino, já são 32 encontros, com 13 empates, 11 vitórias para o técnico do Sport e oito triunfos para o comandante alviverde.

Somente no ano passado, os treinadores se enfrentaram quatro vezes. Duas pela Copa do Brasil, quando o Sport eliminou o Palmeiras da competição, e outras duas pelo Campeonato Brasileiro. No geral, foram três vitórias de Nelsinho, um empate, nove gols do time pernambucano e somente um marcado pela equipe paulistana.

O último triunfo de Luxemburgo sobre Nelsinho aconteceu em 2007, quando o Santos, comandado pelo atual técnico do Palmeiras, goleou a Ponte Preta por 4 a 2, em Campinas. Além disso, o Sport não perdeu neste ano na Ilha do Retiro e defende uma invencibilidade de 22 jogos em 2009.

Nada que assuste o treinador palmeirense. "Não tem favorito. O Palmeiras vai entrar em campo para disputar como qualquer equipe e podemos chegar lá e ganhar. O empate não é um mau resultado, não vamos radicalizar. Se ganhar, ótimo. Se empatarmos, nós não iremos sair de lá mal e, se perdermos, não acabou", explicou Luxemburgo.

Questionado se a Ilha do Retiro seria um fator determinante para a atual campanha da equipe pernambucana, o técnico palmeirense concordou e disse que todo clube acaba ficando mais forte quando atua dentro de seus domínios.

"Eu já disse isso anteriormente e repito: o fator casa hoje é fundamental. O Sport é difícil de ser batido na Ilha do Retiro, assim como o Palmeiras é de ser no Palestra Itália, o Santos na Vila, Grêmio, Inter, Atlético-PR...Valoriza-se muito jogar em casa, tem o fator psicológico e a torcida é fundamental. E ainda tem o Nelsinho, que é muito experiente", concluiu Luxemburgo.

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