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Aos 26 anos, a chinesa Wen Tong confirmou na Holanda que é a melhor judoca em atividade do planeta. Ela venceu as últimas 10 competições internacionais que disputou. Além de acumular cinco ouros em Campeonatos Mundiais, foi a única campeã olímpica que venceu na Holanda. Sem contar sua vitória contra a marroquina Rania El Kilali, em só seis segundos.
Após dois ouros nas Olimpíadas de Pequim, as japonesas voltaram a mostrar força no Mundial. Com uma equipe renovada, sem a lenda Ryoko Tani ou as bicampeões olímpicas Ayumi Tanimoto e Masae Ueno, o Japão fez três campeãs, com Tomoko Fukumi (ligeiro), 24, Misato Nakamura (meio-leve), 20, e Yoshie Ueno (meio-médio, foto), 26.
Nem brasileiros, nem cubanas, muito menos norte-americanos ou argentinas. Enquanto as forças continentais sofriam na holanda, uma judoca de 23 anos deu à Colômbia seu primeiro título de expressão no judô mundial. Campeã pan-americana, Yuri Alvear surpreendeu favoritas para chegar ao título dos médios.
A Coréia do Sul foi a grande vencedora no masculino, com dois ouros. E os títulos de Wang e Lee seguiram a tendência holandesa da juventude. O mais velho dos campeões mundiais de 2009 é o mongol Tsagaanbaatar, de 25 anos. Os dois coreanos têm 20 anos, assim como Teddy Riner (foto), francês bicampeão dos pesados. A média de idade dos campeões é de 21,5 anos.
Aproveitando o gancho da idade, um dos poucos pontos positivos do desempenho brasileiro é a juventude de suas melhores atletas. Campeãs mundiais júnior, Sarah Menezes foi quinta entre as ligeiros com 19 anos e Rafaela Silva (foto) quase foi ao pódio das leves com 17. A mais velha era a meio-médio Danielli Yuri, de 25 anos.
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