UOL Esporte Natação
 
03/08/2009 - 09h38

Top 5: O melhor do Mundial de Roma

Bruno Doro
Em Roma (Itália)
O Mundial de Roma terminou no domingo, com a melhor participação brasileira da história, graças aos dois ouros de César Cielo. A competição, no Foro Itálico de Roma, porém, foi muito além da glória verde amarela. Veja quem foram os cinco melhores da competição:
Satiro Sodré/CBDA/Divulgação

1. César Cielo

Antes dele, só Alexander Popov e Anthony Ervin tinham vencido os 100m e os 50m livre no mesmo Mundial. Além disso, nadou sempre abaixo dos 48 segundos, quebrou duas vezes recorde do campeonato nos 100m e, uma vez, o mundial. Sem contar que, nos dois revezamentos que nadou, levou o Brasil ao quarto lugar. Leia mais

REUTERS/Tony Gentile

2. Michael Phelps

Vulnerável, fora de forma e, mesmo assim, um fenômeno. Phelps deixa Roma com medalhas nas seis provas que nadou. Bateu o recorde mundial em quatro delas, fez a prova mais emocionante do torneio (100m borboleta). E, apesar de tudo, todos irão se lembrar, também, da derrota nos 200m livre para Biedermann. Leia mais

EFE/Bernd Thissen

3. Paul Biedermann

O alemão foi de coadjuvante para protagonista ao acabar com lendas. Bateu o último recorde mundial de Ian Thorpe (nos 400m livre) e Phelps nos 200m livre. Dois ouros, dois recordes mundiais e o reconhecimento do rival: “Ele me destruiu”. Sua compatriota Britta Stephens também levou dois ouros (50m e 100m). Leia mais

AP Photo/Michael Sohn

4. Federica Pellegrini

Nenhuma nadadora brilhou tanto no Mundial quanto ela. Cada passo que dava era seguido por uma multidão de italianos enlouquecidos. A cada dia, mais faixas apareciam nas arquibancadas. E ela retribuiu o carinho: venceu os 200m e os 400m livre com recordes mundiais. Depois, foi até conhecer o papa Bento 16. Leia mais

REUTERS/Alessandro Bianchi

5. A torcida italiana

Com o sol a pino, os italianos não deixaram de gritar em nenhum momento. Na maioria das vezes vestindo menos roupa dos que os nadadores, eles emocionaram quem competiu. Com Cielo, respondeu às lágrimas batendo palmas no ritmo do hino brasileiro. “A torcida era incrível. Podia sentir a energia”, elogiou Phelps. Leia mais

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