César Cielo embarca no sábado de volta a Auburn ainda com incertezas sobre sua nova rotina de treinamentos nos EUA.
Richard Quick, chefe da equipe, está com câncer no cérebro. Com isso, Brett Hawke, técnico de Cielo, assumiu a função enquanto o dirigente se trata.
O ouro conquistado pelo brasileiro em Pequim também tornou Auburn pólo de atração de nadadores. Cielo irá dividir a raia e o treinador com um número maior de velocistas, muitos deles grandes adversários na disputa por novas medalhas.
"Eu achava que o Brett assumiria a equipe, mas que demoraria um ou dois anos. Agora acho que pode ser em dois meses", afirmou o nadador.
"Ele tem me dito que não vai mudar nada para mim. Mas esse início será para sentir como estão as coisas, ver se vão dar certo", completou.
Em 14 e 15 de fevereiro, Cielo nada desafio em Florianópolis. Depois, volta ao Brasil em maio e setembro. Na preparação para o Mundial de Roma, em julho, deve ficar mais ligado ao Pinheiros, sua equipe no Brasil, do que em anos anteriores.
O clube, que teve projeto aprovado via lei de incentivo, irá bancar boa parte das despesas do nadador em competições, e o treinador Alberto Pinto terá contato maior com o australiano Hawke.