Até agora, o Brasil já garantiu a presença de 26 nadadores no Mundial de Roma, em julho. O número já é maior do que a delegação das Olimpíadas de Pequim, que mesmo com dois reservas tinha 24 nomes, ou do último Mundial, em Melbourne, em 2007, que contou com 15 nadadores. Neste domingo, o número pode aumentar ainda mais.
Enquanto todos os olhos estarão voltados para o glamour da final dos 100 m livre ou a competitividade dos 100 m peito, outros 11 nadadores podem entrar na equipe verde-amarela. No último dia do Troféu Maria Lenk, quatro provas ainda podem ganhar novos nomes e o revezamento 4x100 m feminino segue com chances de classificação.
As provas com mais chance de aumentar ainda mais a delegação brasileira são os 100 m costas, masculino e feminino. Neste sábado, ninguém nadou abaixo dos índices, mas dois atletas já tinham batido a marca: Fabíola Molina e Guilherme Guido. No feminino, Fernanda Alvarenga ficou a 16 centésimos dos 1min01s23 exigidos para carimbar o passaporte para a Itália. No masculino, Léo Guedes ficou a 14 centésimos do índice (54s92).
Nas outras provas, a tarefa brasileira é mais difícil. Nos 200 m medley, Joanna Maranhão é a única pré-classificada. As demais nadadoras ficaram a, no mínimo, quatro segundos do tempo exigido (2min15s08).
Nos 100 m livre feminino, nenhuma brasileira tem o índice exigido. Recordista brasileira com 55s01, Tatiana Lemos teria de baixar quase meio segundo dessa marca para chegar aos 54s61 do Mundial.
Com isso, o revezamento 4x100 m livre também segue ameaçado. O tempo das quatro mais rápidas, somados, deve ser melhor do que 3min41s28. Até agora, porém, o time brasileiro soma 3min42s55, com os tempos de Tatiana, Michelle Lenhardt, Monique Ferreira e Nathália Sá dos Santos.
Até agora, o Brasil já garantiu presença em 26 provas do Mundial, com 53 vagas - distribuídas entre 26 nadadores, caso nenhum deles abra mão de nenhuma prova.