O Mundial de natação de Roma, que começa em 17 de julho, encara outra grave crise. Depois da interdição do Salaria Sport Village, palco do evento, o presidente do comitê organizador, Giovanni Malago, pode se demitir nesta quinta.
O dirigente promete entregar o cargo se uma assembleia extraordinária votar pela destituição de seu diretor, Roberto Diacetti, que teve a conduta contestada por parte dos membros do comitê.
Malago ainda tenta regularizar a situação do complexo esportivo, cujas obras de ampliação foram consideradas ilegais por violar a lei de zoneamento e o plano urbanístico.
Várias instalações do complexo foram interditadas judicialmente, inclusive uma que seria usada como piscina de aquecimento para os competidores. "A Promotoria de Roma é irredutível", diz Malago.