Os supermaiôs estão banidos da natação norte-americana. Neste sábado, mais de 400 delegados representando os 50 estados decidiram vetar a utilização da roupa nas competições organizadas pela USA Swimming, órgão máximo da natação nos Estados Unidos.
Com essa decisão, os norte-americanos criaram uma tendência que deve se repetir daqui a três meses, quando a Federação Internacional de Natação (Fina) irá discutir a utilização dos supermaiôs. A expectativa é que a entidade faça como os delegados dos Estados Unidos e também proíba o traje.
"Nossos membros mandaram uma mensagem clara de que essa atitude deve ser feita cedo ou tarde por todos", afirmou Chuck Wielgus, diretor executivo da USA Swimming.
Nos Estados Unidos, a sanção passará a valer a partir de 1º de outubro. Serão enquadrados como supermaiôs os trajes que, nos homens, fiquem acima do umbigo ou abaixo dos joelhos. Nas mulheres, a proibição é para as peças que cubram o pescoço, os ombros ou ainda que fiquem abaixo dos joelhos.
Os supermaiôs foram desenvolvidos com uma tecnologia que auxilia os nadadores a flutuarem na água, potencializando assim o desempenho nas piscinas. Depois de a Speedo criar o modelo LZR Racer, outras empresas, como Arena e Jaked, entraram neste mercado e passaram a investir pesado nos trajes modernos.