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Em Sydney-2000, Daniele Hypólito obteve o melhor resultado de uma ginasta brasileira em Olimpíadas
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A ginástica foi trazida ao país por imigrantes alemães, em geral mestres de dança, principalmente da região Sul, no início do século passado. Mais tarde, se desenvolveu também nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, sempre sustentada por clubes representativos da colônia alemã.
Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro foram os primeiros Estados a criar suas federações estaduais, em 1951. No mesmo ano, a ginástica conseguiu filiar-se à Confederação Brasileira de Desportos (CBD) e organizar o primeiro Campeonato Brasileiro, na cidade de São Paulo. A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) foi fundada em 25 de novembro de 1978 e teve como primeiro presidente Siegfried Fischer.
Em Olimpíadas, o desempenho do Brasil é inexpressivo, sem conquista de medalhas. No esporte que estreou no programa olímpico desde a primeira edição, em Atenas-1896, o Brasil só foi mandar seus primeiros ginastas para competir em Moscou-1980, com Claudia Magalhães e João Luiz Ribeiro. Em Los Angeles-1984, o Brasil também esteve presente, com Gerson Gnoatto e Tatiana Figueiredo.
Nos Jogos seguintes, em Seul-1988, a ginástica brasileira obteve seu melhor resultado até então, com Luísa Parente. A carioca se tornou a primeira ginasta brasileira a disputar uma final olímpica. Entre as 36 finalistas, Luísa terminou em 34º lugar. Ainda em Seul-1988, o Brasil foi representado na competição masculina por Guilherme Saggese Pinto, que terminou em 89º.
Em Barcelona-1992, Luísa Parente ficou na 57ª colocação, e acabou eliminada na fase de classificação. Entre os homens, Marco Antônio Monteiro terminou na 84ª posição. Em Atlanta-1996, o Brasil classificou a ginasta Soraya Carvalho, que, após uma contusão, não pôde competir. Em Sydney-2000, o Brasil obteve seu melhor desempenho na história. Daniele Hypólito chegou na 21ª colocação no individual geral. Outra brasileira na competição, Camila Comin, ficou em 49º lugar e não passou para a fase final.
Para Atenas-2004, o Brasil tem grandes chances de ganhar sua primeira medalha olímpica com a ginasta Daiane dos Santos. Campeã mundial nas apresentações de solo em etapas da Copa do Mundo em 2003 e 2004, Daiane é a atual líder do ranking mundial da prova.
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