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Álvaro Miranda, membro da equipe medalhista em Atlanta e Sydney
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O hipismo foi introduzido no Brasil por um capitão do exército, Luiz Jacomé de Abreu de Souza, que em 1863 fundou a Escola de Equitação de São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro. Como no resto do mundo, a atividade esteve monopolizada por militares até 1938, quando foi criada a Sociedade Hípica Brasileira. Pouco tempo depois, em 1941, foi criada a Confederação Brasileira de Hipismo.
Em Olimpíadas, a primeira participação do hipismo brasileiro aconteceu em Londres-1948. Nos jogos seguintes, em Helsinque, um cavaleiro saído do Exército, Eloy Menezes, montando Biguá, ficou na quarta colocação no Prêmio das Nações. Ao lado de Renyldo Ferreira e Álvaro Dias Toledo, Eloy repetiu ainda o quarto lugar na prova de salto por equipes. Em Tóquio-1964, Nelson Pessoa Filho, considerado o melhor cavaleiro brasileiro de todos os tempos, fez sua primeira aparição em Olimpíadas. Levou o quinto lugar no concurso de saltos.
Após longo período como coadjuvantes, os brasileiros conquistaram seu melhor resultado em Atlanta-1996. A equipe formada por André Johanpetter, Luís Felipe Azevedo, Álvaro Affonso de Miranda Neto e Rodrigo Pessoa (filho de Nelson Pessoa) ganhou o bronze no concurso de saltos.
Em Sydney-2000, na prova de salto individual, o favorito Rodrigo Pessoa (campeão da Copa do Mundo em 1998, 1999 e 2000), esteve próximo de conquistar o ouro, mas deixou a medalha escapar no final, quando seu cavalo, Baloubet du Rouet, refugou três vezes. Na prova por equipes, André Johannpeter, Luiz Felipe de Azevedo, Álvaro de Miranda Neto (Doda) e Rodrigo Pessoa, conquistaram a medalha de bronze, repetindo o resultado alcançado pelo Brasil em Atlanta-1996.
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