Popularizando? Antes dos Jogos de Sydney-2000, foi decidido que a modalidade seria chamada de vela, e não de iatismo, nome como ficou conhecida. A iniciativa fez parte de uma estratégia para acabar com a imagem de esporte caro e de alto custo que o nome iatismo carregava. De fato, das nove classes olímpicas, sete são de barcos pequenos e não muito caros.
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Às avessas Diferentemente do sistema de pontuação tradicional, o vencedor da regata na vela olímpica soma menos pontos que os demais competidores. A embarcação que completar primeiro o percurso perde apenas um ponto. O segundo colocado, por sua vez, perde dois pontos, o terceiro, três, e assim sucessivamente. Nesse sistema, chamado linear, os barcos que não conseguirem completar a regata perdem um ponto a mais que o número de competidores que participaram da prova.
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Nomenclatura A classe 470 tem esse nome por causa do tamanho da vela utilizada na categoria. As velas usadas têm, exatamente, 470 cm, ou seja, 4,7 metros. A Star, por sua vez, estreou na Olimpíada de 1932, não foi disputada apenas em 1976 (quando foi trocada pela Tempest), e é a mais antiga de todas as classes ainda no programa.
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Manobrando A expressão cambar, utilizada para designar a manobra de mudança de direção com o vento batendo na parte dianteira do barco, veio do inglês "come about". Os velejadores de países de língua inglesa usavam o termo -"come about"- durante as regatas para chamar todos os integrantes da equipe a mudarem de lado no barco, e assim fazer o contrapeso necessário para o sucesso da manobra.
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Sinal A bandeira quadriculada, com xadrez azul e branco, indica a anulação da regata. Quando a comissão de regatas apresenta a bandeira, todos os competidores são obrigados a voltar à linha de largada.
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