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No total, o Brasil já conquistou quatro medalhas olímpicas no vôlei de praia feminino e apenas uma no masculino
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Praticado no Brasil desde a década de 40, no Rio de Janeiro, o vôlei de praia teve forte impulso nos anos 80, quando estrelas da quadra passaram a fazer exibições pelo país. Renan, William, Bernard e Montanaro, todos medalhistas de prata em Los Angeles-1984, participaram de competições em Ipanema, no Rio de Janeiro, e Guarujá, em São Paulo.
No início dos anos 90, o Brasil se firmou com uma das principais forças do esporte, realizando diversas competições internacionais promovidas pela FIVB (Federação Internacional de Vôlei). Em Atlanta-1996, o vôlei de praia fez sua estréia em Olimpíadas. O Brasil, que naquela época já era a maior potência do esporte, confirmou seu favoritismo apenas no feminino.
Duas duplas brasileiras fizeram a final. A dupla Jacqueline Silva e Sandra Pires ficou com o ouro, e Mônica Rodrigues e Adriana Samuel, com a prata. No masculino, o Brasil foi representado pelas parcerias Emanuel / Zé Marco e Franco / Roberto Lopes. As duas duplas masculinas, consideradas favoritas, decepcionaram e não chegaram nas primeiras posições.
Em Sydney-2000, as duplas brasileiras chegaram novamente como francas favoritas. O Brasil confirmou as expectativas e, ao todo, conquistou três medalhas, porém, nenhuma de ouro. Líderes do ranking, os brasileiros acabaram tendo que se contentar com os lugares mais baixos do pódio.
Entre as mulheres, o sentimento de decepção foi menor, afinal foram duas medalhas em duas possíveis. Adriana Behar e Shelda ganharam a medalha de prata, e Adriana Samuel e Sandra Pires, o bronze. No torneio masculino, embora Zé Marco e Ricardo tenham ficado com a medalha de prata, a outra dupla brasileira, formada por Emanuel e Loiola, foi eliminada nas oitavas-de-final. Para Atenas-2004, o Brasil novamente garantiu vagas para duas duplas femininas e duas masculinas.
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