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Disputado desde Seul-1988 |
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Data da competição 18 a 20 de setembro |
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Local da competição Pavilhão de Ano Liossia |
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Modalidade deficientes visuais |
O judô consiste numa luta em que saber utilizar a força do adversário é mais importante do que aplicar a própria força. Por isso, competidores teoricamente mais fracos podem ganhar os combates se utilizarem a técnica correta.
No começo da luta, a pegada é feita pelo juiz, ficando os atletas proibidos de mudarem de posição. O combate é interrompido cada vez que os lutadores se separam.
Na Paraolimpíada, o esporte é dividido em sete categorias para os homens e seis para as mulheres, e segue as mesmas regras da Federação Internacional de Judô, com pequenas alterações. A principal delas é que não existe punição para quem pisa fora do tatame.
Os atletas são dividos por pesos e disputam as seguintes categorias no masculino: ligeiro (até 60 kg), meio-leve (até 66 kg), leve (até 73 kg), meio-médio (até 81 kg), médio (até 90 kg), meio-pesado (até 100 kg) e pesado (mais de 100 kg). No feminino, as categorias são: ligeiro (até 48 kg), meio-leve (até 52 kg), leve (até 57 kg), meio-médio (até 63 kg), médio (até 70 kg) e pesado (mais de 70 kg).
Os atletas brasileiros
| ATLETA |
RESIDÊNCIA |
TIME |
ATLETA GUIA |
| Alexandre Magno |
Natal (RN) |
ADEVIRN |
- |
| Antônio Tenório da Silva |
São Bernardo do Campo (SP) |
IBDD |
- |
| Daniele Bernardes da Silva |
São Bernardo do Campo (SP) |
CSDDV |
- |
| Divino Aurélio Dinato |
Goiânia (GO) |
ADVEGO |
- |
| Eduardo Paes Barreto |
Rio de Janeiro (RJ) |
IBDD |
- |
| Karla Ferreira Cardoso |
Rio de Janeiro (RJ) |
CESEC |
- |
| Tatiane Paula da Silva |
São Paulo (SP) |
CESEC |
- |
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Técnicos: Leonardo Mataruna e Jucinei Gonçalves da Costa
Coordenador: Walter Russo
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