Lucas Prado, André Andrade e Yohansson Ferreira conquistaram um ouro cada nesta sexta-feira, no estádio João Havelange, nos Jogos Parapan-Americanos.
| OURO NOS 10.000 M |
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 Não foi apenas em provas de velocidade que os brasileiros conquistaram medalhas nesta sexta-feira no Parapan.
Na prova masculina dos 10.000 m T12, para deficientes visuais, Odair Santos (à direita na foto) venceu com o tempo de 32min00s75. Foi o terceiro ouro de Odair, campeão também dos 5.000 m e dos 1.500 m. Nos 10.000 m, a prata ficou com o cubano Diosmany Santana, com 32min42s21. Outro atleta brasileiro completou o pódio. Alex Mendonça foi bronze ao cruzar a linha de chegada em 32min53s62. |
O primeiro, que já quebrou recorde mundial na competição, venceu os 200 m da categoria T11 (deficientes visuais), com 22s93, registrando o novo recorde pan-americano da prova. Ele baixou a própria marca, 23s03, que havia estabelecido nas eliminatórias da prova, nesta quinta-feira.
A prata ficou com o cubano Adrian Ardiles, que marcou 23s07, e o bronze foi para o também brasileiro Felipe Gomes, com 23s61.
Depois, André Andrade ficou com o ouro no 100 m T13, também para atletas deficientes visuais, com o tempo de 11s17. Estados Unidos e Cuba ficaram com a prata e o ouro na prova, respectivamente.
Nos 200 m T46, para atletas amputados, o Brasil tinha três corredores na linha de partida: Yohansson Ferreira, Antonio Delfino e Claudemir Santos. Os dois primeiros travaram uma disputa caseira pelo ouro. Delfino liderava até bem perto da linha de chegada, quando Ferreira ultrapassou e venceu.
O tempo do vencedor foi 22s60, contra 22s65 do medalhista de prata. Donald Kosakowski, dos EUA, ficou com a medalha de bronze, com o tempo de 23s24.
Na versão feminina da prova, a brasileira Sheilla Finder levou a prata, cruzando a linha de chegada em 27s84. A campeã foi a cubana Yunidis Castillo, que estabeleceu um novo recorde mundial: 24s93. O bronze foi para o Canadá.