31/08/2006 - 09h17
Burocracia ameaça realização do antidoping no Pan do Rio
Da Folhapress
No Rio de Janeiro
A dificuldade de importar drogas proibidas no país, como a maconha, ameaça o controle antidoping do Pan do Rio-07. Francisco Radler, coordenador do Ladetec, laboratório onde serão realizados os testes, disse nesta quarta-feira que a burocracia é o maior entrave para seu trabalho.
"Para importar certas substâncias, temos que ter a licença da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], do Ministério da Agricultura, do CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico] e da Polícia Federal", afirmou.
Segundo ele, o Ladetec precisa de cerca de 500 drogas para fazer os testes. "Temos todas as substâncias, mas muitas acabarão. Precisamos repô-las.""
A máquina usada nos exames precisa de amostras das drogas para identificá-las. O Ministério do Esporte irá estudar o caso.