"Não quero fama instantânea"

Luiz Carlos Jr., a voz do SporTV, conta como Galvão o moldou como narrador e analisa seu estilo

Karla Torralba Do UOL, no Rio de Janeiro Ricardo Borges/UOL

"Não sou o cara que lacra"

Luiz Carlos Jr. já trabalhava no SporTV antes mesmo da sua fundação com esse nome. Dono de um estilo próprio, rejeita os modismos pela, como ele mesmo chama, precisão.

"O Milton (Leite) usa bordões, o Luís Roberto passou a usar, de um ano pra cá. Ele começou o 'sabe de quem?'. As redes sociais reproduzem. Acho que a essência do trabalho está na execução e passa, necessariamente, por informação, precisão, preparação. Eu não estou a fim de ser o cara que lacra. Hoje se busca muito isso. Não é a minha. Respeito quem está nessa busca, mas eu tenho quase 30 anos de narração. Eu não estou buscando fama instantânea", disse, em entrevista exclusiva ao UOL.

Na conversa, Luiz Carlos Jr. conta como se mantém como o principal nome da narração no canal esportivo do Grupo Globo ao lado de Milton Leite, fala sobre a necessidade que sentia de narrar na TV Globo, do casamento com Janaina Xavier e de Galvão Bueno.

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Eu nunca fui um narrador de acreditar em bordões. Eu sempre acreditei muito em precisão. Eu gosto de ser preciso. Se o Pablo pega na bola e eu digo que é o Hernanes, torcedor do São Paulo vai dar um berro: 'Não, idiota! Esse não é o Pablo, é o Hernanes'. Ele, em casa, vai saber. Eu sempre tive obsessão por precisão. Eu acho que eu alcanço um bom nível

Sobre obsessão por ser preciso

No peito e na grama é uma coisa que eu falo normalmente, matou a bola no peito e a bola vai cair na grama. Começaram a repetir a ponto de me cobrarem. Em um jogo, no início, eu falei: 'Não vou falar'. Os caras começaram a me cobrar. Aos 40 do segundo tempo, comecei a ficar pilhado. Aos 43, foi quase um alívio. Eu falei: 'No peito, na grama. Ufa. Finalmente'

Sobre o único bordão que 'criaram' para ele

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"Eu me imaginava como Vanucci, não como Galvão"

Quem vê tanta segurança no que faz hoje em dia não imagina que Luiz Carlos Jr. virou narrador "sem querer". Luiz é "roqueiro de formação" e começou a carreira apresentando programas de música na rádio. Mas no início dos anos 90, percebeu que era hora de ir para o meio que mais crescia, a televisão. Fez um teste na Globo e foi selecionado para ser apresentador no Top Sport, que hoje é o SporTV.

Mas tinha um problema: o canal não possuía nem estúdio, muito menos um programa para ser apresentado. "Aí eu comecei a narrar. Eu trabalhava em rádio FM, trabalhava com música e comecei a fazer a linha jovem, os programas de surfe. Era o radicalzinho da época", contou.

Em meio ao radicalismo e seu início na narração, a primeira oportunidade para apresentar um programa na TV aberta veio com Galvão Bueno. E na Record. "O Galvão tinha uma produtora chamada Produções Galvão Bueno. Eles estavam fazendo um programa pra Record e como aqui a gente não tinha nem estúdio pra apresentar, fizeram o seguinte acordo entre Top Sport e Produções Galvão Bueno: 'a gente usa o Luiz Carlos em off na Globosat e ele pode ser o apresentador do Record nos Esportes'. Eu fui apresentador do Record nos Esportes. Eu era só o apresentador, que era o que eu imaginava ser. Eu me imaginava como o Fernando Vanucci, não como o Galvão Bueno. Naquele momento, o Vanucci era o cara, era a referência. Hoje em dia, o Vanucci fala comigo no Facebook, é bacana. É motivo de orgulho pra mim".

Arquivo pessoal

O padrinho Galvão Bueno

Luiz Carlos Jr. nunca deixou de ser apresentador. Foi o primeiro a comandar o Tá na Área, do SporTV, e até hoje é usado em programas da casa, mas nada se compara ao sucesso como narrador. E assim como começou a apresentar com a força de Galvão Bueno, recebeu conselhos preciosos do principal narrador da Globo.

O empurrão veio durante a gravação de um Record nos Esportes. Como o programa era muito longo, quase três horas de duração, havia eventos para serem narrados no meio. E um dia, surgiu uma prova de esqui para ser narrada. "Vai lá e narra", falaram.

"O Galvão estava na produtora esse dia. Eu entrei lá, vou tentar narrar e não sai. O Galvão, que é uma figuraça, virou e falou: 'Aí, moleque, garotão, quer ver como eu narro de prima?'. Ele me tirou. 'Roda aí que eu vou narrar'. Ele foi e narrou. Era uma prova, de mogul. Aí ele vira: 'Aqui à esquerda Luiz Carlos, à direita Luís Roberto. Vai começar a prova. Veja bem, repare como os joelhos são exigidos, as articulações são extremamente exigidas'. Ele não estava falando nenhuma bobagem. Era prova de um minutinho. Narrou, olhou pra mim: 'Viu'?'. Eu repliquei exatamente o que ele tinha feito. Ele não falou nada que não fosse pertinente à prova, mas não falou demais. Ele ocupou o tempo da prova... Eu aprendi. Foi uma bela lição", relatou.

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Os conselhos de Galvão

"Ao longo da minha carreira, pedi conselhos. O que eu faço, o que eu não faço... A última vez que eu estive com ele, ele brincou: 'Porra, quando eu parar...' Toda vez que ele me apresenta, ele fala: 'Esse garoto fui eu que inventei. Tirei da Rádio Cidade'. É motivo de orgulho também. Eu acredito que ele se orgulhe disso e eu aceito com o maior prazer. De fato, a galera dele me descobriu e ele me deu muita força".

Arquivo pessoal

Um dos fundadores do SporTV

O canal de esportes na TV fechada quase acabou antes mesmo de ser SporTV oficialmente. Em 1993, Luiz Carlos Jr. foi um dos poucos remanescentes dos vários cortes na equipe, em meio à dúvida se o canal continuaria existindo. "A equipe era pequena e foi bastante reduzida. Cogitaram acabar com o canal de esportes", disse.

O narrador tinha que ser apresentador, editor, tradutor. Passou a ser parte do processo todo da notícia. Por isso, ele é considerado um dos fundadores do SporTV.

"Foram dois aspectos muito bons de ser o fundador. O primeiro, ter a chance de narrar com pouca gente vendo. Pode narrar mal porque ninguém nasce sabendo e você vai se aprimorando com o tempo sem uma cobrança excessiva. O segundo aspecto é que, quando aconteceu essa coisa da diminuição drástica da equipe do SporTV, quem ficou fazia de tudo. Pra mim, também foi ótimo porque você entende todo o processo, como é que funciona uma televisão. Do ponto de vista do aprendizado, eu andei dez anos em um", ressaltou.

Ricardo Borges/UOL Ricardo Borges/UOL

"Eu me cobrei para narrar na Globo"

Luiz Carlos Jr. virou a cara do SporTV e a transição para a TV aberta acabou sendo mais demorada. A livre circulação de profissionais entre Globo e o canal a cabo como se vê hoje em dia não era tão simples. No canal fechado desde sua fundação, a estreia no futebol da Globo aconteceu só em 2009. E o narrador não faz rodeios ao admitir que foi uma necessidade dele para dar seguimento à carreira.

"Foi uma cobrança que começou a surgir de fora para dentro. Na última Copa do Mundo, o SporTV deu audiências mirabolantes, mas a Globo deu 50 pontos de audiência. O Brasil inteiro vendo a Globo. Ainda é incomparável. Num momento de crise, ainda houve uma diminuição do número de assinantes dos canais por assinatura. Durante um período, eu quis muito [narrar na Globo]. Continuo achando legal, não vou negar. Quando eu tenho a chance de narrar um jogo de quarta-feira à noite pra 30 pontos de audiência, eu gosto, porque pra mim soa como reconhecimento de um trabalho bem feito", comentou.

"Ao longo dos anos, muitas vezes, eu acabei ficando mais no SporTV e a alegação era: 'Você é muito importante no cabo. Você é a cara do SporTV e a gente não pode abrir mão de você nesse momento'. Todo mundo quer mostrar o seu trabalho pra maior quantidade possível de pessoas. Por mais que você reconheça que todas são importantes, por mais que você saiba que a minha importância é reconhecida pelo grupo, não é à toa que estou aqui há tanto tempo".

Num primeiro momento, antes de o SporTV crescer tanto, era quase a segunda divisão, a GloboNews idem. Pode fazer esse paralelo. Era muito óbvio mesmo. Tinha pouca gente vendo, deixa a molecada se desenvolver, a hora que eles estiverem suficientemente bons, vão pra Globo. Eu tinha essa expectativa

Sobre narrar na Globo

Arquivo pessoal

A primeira vez na Globo foi com o Vasco na Série B

Luiz Carlos Jr. foi o escolhido da Globo para narrar a campanha do Vasco na série B de 2009. Ele foi a voz da campanha toda e contou como foi a pressão da estreia e o alívio do apito final.

"Eu narrei a campanha do Vasco em 2009. Campanha inteira do Vasco na Série B. Foi legal. O tratamento foi: 'Olha, agora você chegou na Globo. O futebol da Globo é o produto mais nobre que nós temos no esporte'. Houve uma reunião. Eu transformo isso em motivação. O desafio nunca me trouxe medo, me traz motivação".

"Eu me lembro bem, no fim do primeiro tempo, a direção entra na comunicação: 'Maluco, tá ótimo, vou pra casa'. Aí dei aquela relaxada e falei: 'amém'. Bem ou mal você está com a arma na cabeça. Fiz o primeiro tempo do jeito que eu achei que deveria ser".

Arquivo pessoal

A cartilha de Luiz Carlos Jr.

Quem vê o Luiz Carlos Jr. sorridente e descontraído na cabine dos estádios não imagina como é sua rotina antes de qualquer narração. É um protocolo seguido rigorosamente: a cartilha do Luiz Carlos.

Seja um jogo de série B ou uma final da Copa do Mundo, não importa a diferença de tamanho entre adversários, aquela cartilha seguida é sempre a mesma. Ele estuda os times do jogo para o qual foi escalado, os jogadores, as estatísticas, coloca o mesmo número de curiosidades e informações para cada um. Depois, imprime tudo, como um aluno que estuda para uma prova difícil no colégio.

O ritual tem a ver com se sentir seguro na hora da narração e com a necessidade de ser imparcial. "Eu me informo durante pelo menos 15 dias sobre o jogo que vou fazer. Eu escrevo basicamente do jeito que eu falaria. Compilo todas aquelas informações. No fim daquilo, eu tenho páginas e páginas de informações. Artilheiros do ano, invencibilidade, quem está machucado, qual foi a lesão, por que, quando, como volta. Tenho uma relação comigo, como eu me sinto preparado e como eu estou entregando".

"Vamos combinar que em 30 anos se você não é imparcial, você não narra, né? Eu narrei trocentos times, de trocentos países, o meu e outros tantos. Não existe isso: 'Ah, eu vou torcer pelo Corinthians aqui'. E quem é torcedor do Juventude? É um desrespeito. O profissional jamais pode fazer isso. Eu torço por mim. Nessa história de ser preciso, eu dou uma informação a respeito de um jogador do Corinthians, na minha cabeça, esse que é o grande lance, que eu falei que é quase um transe. Na minha cabeça, eu estou devendo uma informação de um jogador do Juventude. Por uma questão de imparcialidade. Eu não posso fazer uma transmissão falar do Corinthians, Corinthians, Corinthians, só dar dados do Corinthians, informações a respeito do Corinthians. Tem que haver equilíbrio".

Ricardo Borges/UOL Ricardo Borges/UOL

"Nunca me achei o narrador bonitão e não quero que pensem que me acho"

Luiz Carlos Jr. não estava com o tradicional terno para a entrevista, mas, mesmo fora do ar, mantém a postura de quem é da televisão, com o cabelo bem cuidado. Ele dá gargalhadas quando é questionado sobre vaidade e avisa logo que não é bem assim.

"As pessoas acham que eu sou excessivamente vaidoso. Até na Copa houve uma brincadeira, o Sidney Garambone que criou. O Luís Roberto com nesse negócio de negros maravilhosos. A brincadeira do Milton eu não lembro, mas também era alguma gafe, algo que o Milton tinha feito que eles pegaram. E o meu ele queria pegar o negócio de cabelo. 'Cabelo impecável'. Eu falei: 'Garambone, não faça isso comigo. Vai parecer que eu me acho o narrador bonitão. Eu não me acho o narrador bonitão. Nunca me achei o narrador bonitão e não quero que pensem que eu me acho o narrador bonitão. Eu não tenho a menor intenção de ser galã de novela. Eu tenho espelho, eu sei que eu não sou um galã de novela'. Adoraram a brincadeira, mas eu fiz morrendo de medo de ser mal interpretado, acharem que há uma vaidade excessiva".

"Eu continuo sendo meio da moda antiga. Eu acho que o vídeo requer um certo cuidado. Eu sou do início dos anos 90. No meu início aqui, a minha cara era tão jovem que o Boni me mandou entrar no ar de blazer. Eu só podia entrar de blazer para passar credibilidade.

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As gafes do narrador

Uma das histórias mais marcantes de gafes de Luiz Carlos Jr. aconteceu em um Fla-Flu de 1995. Renato Gaúcho fez o gol de barriga, mas o narrador não percebeu que se tratava do jogador e demorou a perceber o erro, continuou narrando o lance como se o gol tivesse sido de Ailton.

"Eu estava com pouco tempo [de narração]. Eu poderia ter visto antes, dava pra ver, mas, eu estava olhando pro fotógrafo do Globo. Esse erro até passou, nem me toquei muito. Hoje em dia, eu falo: 'Pô, poderia ter narrado antes', mas não foi nenhum drama. O erro de identificação já me dói a qualquer momento. Vamos imaginar que um jogo tem 100 minutos. Em 100 minutos, não errar nada, eu consigo várias vezes. Quando eu erro uma coisinha ou outra, já me incomoda. Às vezes, erros imperceptíveis. Agora, você errar o autor de um gol, aí é duro. Eu errei poucos desses na vida, graças a Deus. Mas eu sofro", explicou.

Uma grande gafe aconteceu como apresentador, em 2016. No 'Bem, Amigos!', Luiz Carlos Jr. não estava no mesmo local dos convidados do programa e, do telão, não percebeu que faltava Kieza. Ele começou a falar com o jogador sem que Kieza estivesse lá. Os truques da televisão acabaram traindo o narrador.

"Eu estava apresentando o Bem, Amigos. A televisão é uma grande enganação: a direção virou pra mim e disse: 'Luiz, olha pra sua direita. No ar, você vai estar olhando pros caras'. Só que o meu monitor estava à esquerda. Então, eu olhei pra direita e não via nada na direita. Era enganação total. Você olha pra direita, dá aquele sorriso bonito e fala. Era, simplesmente, uma questão estética. O cara não estava, não foi. 'Estamos recebendo aqui o Fulano e o Beltrano'. Só que o Beltrano não estava e também não me avisaram que o Beltrano não estava. O Ingo Ostrovsky, que hoje trabalha no programa do Pedro Bial, era o fechador do Bem Amigos. O Ingo é um lorde. E disse: 'Luiz, ele não chegou e eu não te avisei'. Eu queria matar o Ingo. Falei: 'Ingo, eu não acredito que você fez isso comigo'. O Ingo é tão educado que não deu nem pra reclamar muito depois", brincou.

Ricardo Borges/UOL Ricardo Borges/UOL

Eu voltava pra televisão corrigir o erro porque os jogos ficam aí pra sempre. Diferentemente da TV aberta, em que narrou uma vez e acabou, o SporTV tem repetição. Como sabia usar o equipamento, eventualmente, eu saía do Maracanã, chegava no arquivo, editava, corrigia o meu erro. Eu busco a perfeição

Sobre a tática para ser perfeito após o erro ao vivo

Não seria a melhor voz, o mais isso, o mais aquilo, mas talvez eu seja o mais focado, o mais obstinado, o mais exigente. Sobre esse aspecto, talvez seja pertinente. Não que eu me ache o melhor do mundo, não que eu seja cinco vezes o melhor do mundo, mas você se cobrar, você ter foco, você ter comprometimento

Sobre ser o "Cristiano Ronaldo da narração"

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"Eu vi todas as modificações do esporte. Quando eu comecei, era uma coisa muito mais sóbria, sisuda. Era o padrão da época. Não estou fazendo nenhuma discussão de valor. O Tá na Área, de certa forma, foi quase um precursor disso, porque o Tiago Leifert foi repórter do Tá na Área e ele tinha chance de criar as coisas que gostava. Ele fugia do padrão. Ainda de forma incipiente, você tinha o Escobar fazendo muita piada no Tá na Área. O Tiago Leifert, o Marco Aurélio Souza brincando. Foi no cabo, mas, a partir dali, a própria Globo se soltou mais um ou dois anos depois".

Sobre as renovações na Globo

Arquivo pessoal

Relacionamento com a Janaína Xavier

Luiz Carlos Jr. forma, ao lado de Janaína Xavier, o casal mais experiente do esporte na TV. Os dois são bem-sucedidos e ocupam papel de destaque no SporTV. Juntos há 12 anos, a dupla evita falar muito de trabalho em casa, mas são telespectadores um do outro mesmo trabalhando em horários opostos.

Janaína apresenta o SporTV News nas manhãs do canal. Luiz Carlos narra até altas horas da noite. "Eu dou muita força pra ela e ela me dá muita força. Eu acordo todo dia para ver o programa dela, que entra no ar às 8h45. Eu mando foto para ela", contou mostrando a conversa carinhosa do Whatsapp do casal bem cedinho como prova.

Os dois se conheceram trabalhando e conciliam a rotina esportiva e de casa. "Por um lado é bom porque a gente conhece a rotina um do outro. Ela sabe que eu trabalho todo fim de semana. Não tem essa expectativa: 'Ah, vamos viajar no fim de semana'. Isso não existe na minha vida. Nunca existiu. Por outro lado, se a gente começar a levar problemas do trabalho pra casa, acaba virando a mesma coisa. Qualquer problema que ela tenha no trabalho, ou que eu tenha, se a gente começar a levar muito isso pra casa, não é legal. Ao longo dos anos, a gente aprendeu a administrar isso", disse.

Eu lembro que eu torcia muito por ela, quando eu estava fazendo jogo com ela. Pra dar tudo certo e tal. Além de torcer por mim, eu torcia por ela. Eu lembro que eu chamava e ficava 'vai, brilha', 'ufa, foi bem', ou 'não, não, pelo amor de Deus, conserta'. Ela é muito boa. Ela é excelente profissional

Sobre como é dividir a transmissão com a mulher repórter

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