UOL Esporte Tênis
 
02/06/2009 - 7h00

Cinco cirurgias polêmicas no mundo dos esportes

Do UOL Esporte
Em São Paulo
As cirurgias fazem parte da vida dos atletas. Mas, em alguns casos, as operações podem mudar o desempenho dos esportistas e até mesmo causar muita polêmica no cenário internacional. Como no caso recente da tenista romena Simona Halep, de 17 anos, que decidiu reduzir os seios para melhorar o seu jogo. Além disso, intervenções espirituais e mudanças de sexo também já deram o que falar no mundo esportivo. Confira cinco casos polêmicos:

1. Redução dos seios

A romena Simona Halep decidiu reduzir os seios para melhorar o seu desempenho dentro das quadras. Com apenas 17 anos, a atleta desponta como uma das musas da nova geração do tênis mundial. "Se fosse uma pessoa normal e não uma esportista, com certeza estaria satisfeita com as minhas medidas", disse. Leia mais

2. Cirurgia espiritual

Em março deste ano, a ponta Paula Pequeno realizou uma cirurgia espiritual no joelho esquerdo. Ela sofria um desgaste crônico natural no local, devido à operação de quatro anos atrás. Antes de Paula, a ex-jogadora Ana Moser também sofreu com o joelho e realizou 12 cirurgias espirituais durante toda a sua carreira. Leia mais

3. Mudança de sexo

A dinamarquesa Mianne Bagger mudou de sexo e se tornou a primeira atleta transexual a disputar um torneio profissional de golfe. Em março de 2004, ela foi convidada para uma competição e foi eliminada na primeira rodada. Apesar do convite, a maioria das associações de golfe rejeita a participação de transexuais. Leia mais

4. Impedida pela prótese

A boxeadora britânica e modelo Sarah Blewden foi impedida de participar de competições da modalidade por ter prótese de silicone nos seios. A atleta de 25 anos fez a operação em 2003 e pretendia competir nos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, porém, a confederação local acabou com o sonho de Sarah. Leia mais

5. Protestos sobre duas rodas

A canadense Michelle Dumaresq (nascida como Michael) mudou de sexo em 2001 e chegou a ter a licença cassada pela Associação Canadense de Ciclismo. No ano seguinte, já com a identidade feminina, Michelle voltou a competir e foi classificada para o Mundial de 2003 sob protestos de outros competidores. Leia mais

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