O ex-tenista Thomaz Koch, recordista do Brasil na história da Copa Davis, acredita que se o país não ganhar ao menos uma partida na sexta-feira, dia dos primeiros jogos do confronto contra a Suécia, estará virtualmente eliminado. O motivo é a força do sueco Jonas Bjorkman nas partidas de duplas.
"Ele é um jogador fora de série e, em duplas, é sempre complicado. Ele saca bem, defende tudo, voleia bem, é completo", analisou Koch, que foi um especialista nos jogos de duplas ao lado de Edson Mandarino, com quem ostenta o terceiro melhor recorde na Davis, com 23 vitórias e 9 derrotas.
"O confronto vai ser muito duro e vai ser decidido no primeiro dia. Além do aspecto psicológico, o fato de os suecos terem o (Jonas) Bjorkman faz com que o Brasil precise de ao menos uma vitória na sexta-feira", previu.
Koch, que tem 74 vitórias e 44 derrotas em jogos de Davis, está participando esporadicamente dos treinos do Brasil em Belo Horizonte. Ele ajudou no treinamento de duplas na última terça-feira e, nesta quarta, bateu bola na quadra central do complexo montado na Expominas.
Bjorkmann é o atual 4º colocado no ranking da ATP de duplas. Além disso, o sueco joga bem no saibro, piso do confronto deste fim de semana. Já venceu, nas duplas, o Grand Slam de Roland Garros e o Masters Series de Monte Carlo, ambos disputados no piso lento. Além disso, levou mais dois Masters Series - Cincinatti e Miami - e três torneios da série ATP - Doha, San Jose e Bastad.
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