Há dois anos e 7 meses, o Brasil fez sua última participação na elite da Copa Davis, contra a Suécia. A seleção nacional tem agora, diante do mesmo rival, a chance de retornar ao Grupo Mundial da competição. E para Flávio Saretta, que esteve na derrota em Helsingburgo, "chegou a hora da revanche".
"Contra o (Andres) Vinciguerra eu já joguei uma vez, pela Davis, na Suécia. E chegou a hora da revanche", disparou o paulista, que, contra o mesmo rival daquela vez, abrirá o duelo entre Brasil e Suécia nesta sexta-feira, às 10h, em Belo Horizonte.
Em 2003, Saretta, atual nº 124 do mundo, perdeu para o sueco, 147º no ranking de hoje, por 3 sets a 0, com parciais de 6-1, 7-5 e 6-3, e o Brasil foi derrotado no confronto por 3 a 2. Para escrever uma história diferente, Saretta acredita nos fatores mando de quadra - com a conseqüente torcida a favor - e o piso de saibro, preferido dos tenistas brasileiros.
"Lá, eles jogaram em casa, no carpete coberto, que é onde ele (Vinciguerra) gosta mais de jogar. Aqui, as condições são totalmente diferentes: estamos em casa, jogando no saibro, em quadra descoberta", avaliou.
O tenista ainda afirmou que os trunfos do Brasil para o duelo serão mesmo a raça e a determinação. "Acho que não tem segredo. É entrar na quadra, são cinco sets para defender o Brasil, o mínimo que a gente deve fazer é suar sangue para vencer os caras".
Também nesta sexta-feira, Ricardo Mello enfrenta Robin Soderling, tenista número 1 da Suécia no confronto e o melhor rankeado entre todos os que jogarão simples - é o atual número35 do ranking da ATP. No sábado, Gustavo Kuerten e André Sá pegam Jonas Bjorkman e Simon Aspelin no jogo de duplas. Domingo, os jogos de simples se invertem. No entanto, os capitães ainda podem alterar os titulares.
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