O adiamento dos jogos de abertura do confronto entre Brasil e Suécia pela Copa Davis transformam este sábado, dia 23 de setembro, na data mais importante do tênis nacional nos últimos dois anos. Com a intenção da Federação Internacional de Tênis de realizar três jogos - os adiados e o de duplas -, o Brasil pode voltar à elite do torneio ou amargar mais um ano na segunda divisão já ao término do dia.
Caso alguma das equipes vença as três partidas marcadas, o duelo estará definido, e os dois jogos restantes de simples servirão apenas para cumprir tabela. No entanto, se as duas equipes pontuarem, o embate seguirá aberto.
Flávio Saretta, atual número 124 do mundo, abre o dia em partida diante de Andreas Vinciguerra, número 147. Esta é, teoricamente, a partida em que o Brail tem mais chances de pontuar, mas o brasileiro não vê pressão extra por isso.
"Jogar o primeiro jogo não é nenhuma novidade. Na minha cabeça, eu não posso perder, eu quero ganhar", reiterou. "Treinamos muito forte e muito sério, então não tem porque entrar na quadra com medo de perder", frisou o paulista.
No segundo jogo do dia, que começará 20 minutos após o término do primeiro, Ricardo Mello, número 138 do mundo, encarará Robin Soderling, atual 35º e simplista do confronto melhor colocado no ranking da ATP.
"Essa é a primeira vez que eu vou jogar contra o Soderling, e ele é um cara que bate muito forte na bola", analisou Mello. "Eu tenho que entrar na quadra com muita consistência, e é assim que vou entrar, não vou dar nenhum ponto de graça, e vou fazê-lo jogar o máximo possível".
Depois desta partida, caso dê tempo e haja condições, Gustavo Kuerten e André Sá enfrentam Jonas Bjorkman e Simon Aspelin no confronto considerado o mais difícil, já que os dois suecos atravessam grande fase.
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