| Davydenko | 0 x 5 | Chela |
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| Davydenko | 2 x 4 | Nalbandián |
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| Safin | 3 x 1 | Chela |
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| Safin | 6 x 2 | Nalbandián |
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| Rússia | 2 x 1* | Argentina |
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| * Na Copa Davis | | RÚSSIA X ARGENTINA | ESTRELA: Nikolay Davydenko Ranking: 3 |   | ESTRELA: David Nalbandián Ranking: 8 |
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A equipe da Argentina tenta seu primeiro título na Copa Davis contra a Rússia a partir desta sexta-feira, dia 1º, em Moscou. E jogar fora de casa pode se tornar, ironicamente, um trunfo para os sul-americanos.
O confronto será realizado no carpete do estádio Olimpiiski - palco de duas marcantes derrotas russas em decisões de Copa Davis, nas quais a equipe sofreu com a pressão da própria torcida e deixou o título escapar.
A primeira delas foi em 1994, quando a equipe russa caiu diante da tradicional Suécia por 4 a 1. No ano seguinte, 1995, a derrota se repetiu, mas diante dos EUA e pelo placar de 3 a 2 - na ocasião, Pete Sampras anotou todos os três pontos da equipe norte-americana.
A única vez que a Rússia sagrou-se campeã da Davis foi fora de casa, contra a França, em 2002. A vitória por 3 a 2 teve Mikhail Youzhny como destaque: na época, com 20 anos e então número 38 do ranking, ele substituiu o lesionado Káfelnikov para derrotar Paul-Henri Mathieu na quinta e decisiva partida e levar o troféu para Moscou.
| HORÁRIOS DA DAVIS |
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| Sexta-feira (1/12) - 8h |
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Davydenko x Chela Safin x Nalbandián (na sequência) |
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| Sábado (2/12) - 9h |
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| Nalbandián/Calleri x Tursunov/Youznhy |
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| Domingo (3/12) - 8h |
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Davydenko x Nalbandián Safin x Chela (na sequência) |
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| Horários de Brasília |
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Os argentinos, por sua vez, buscam o trunfo inédito para seu país. A única vez que os sul-americanos chegaram a uma decisão foi em 1981, quando perdeu para os EUA por 3 a 1 na casa do rival.
Ganhar a Copa Davis é "um sonho que a Argentina ainda não pode alcançar", definiu Nalbandián, principal argentino na disputa. Tal vitória teria, ainda, um gosto de revanche.
No último duelo entre russos e argentinos, a Rússia venceu por 3 a 2, na semifinal de 2002. Quatro atletas desta decisão estavam naquela semifinal: os russos Safin e Youzhny, e os argentinos Nalbandián e Juan Ignacio Chela.
Desta vez, Youznhy e Safin têm ao seu lado no time Nikolay Davydenko (que, como Safin, deve jogar a simples) e Dmitry Tursunov. Já a Argentina jogará com Nalbandián e Chela (provavéis atletas nas simples), além de José Acasuso, e Agustín Calleri. Guillermo Cañas foi convocado, mas não deve jogar porque, depois de retornar de suspensão de 15 meses, ainda não competiu em carpete.
Para o capitão argentino, Alberto Mancini, o jogo de duplas será crucial para a definição do campeão. "Obviamente, gostaríamos de acabar o primeiro dia com dois pontos à frente, mas um empate não estaria nada mal, já que temos uma dupla muito competitiva".
Ele vê a "união" como grande arma argentina para a vitória, e destaca que usa "o mesmo grupo que começou a classificação e chegou à final da Copa Davis".
Os argentinos não vêem o piso veloz como obstáculo. Segundo Mancini, o carpete não é tão rápido quanto os sul-americanos esperavam, e isso não deve ser determinante no resultado final.
Os capitão russo, Shamil Tarpischev, explicou que "se a quadra fosse rápida demais, isso seria um problema não só para os argentinos, mas para nós também".
* Com agências internacionais