|
SÃO PAULO (Reuters) - O goleiro Marcos, do Palmeiras e da seleção brasileira, classificou de ridícula a premiação da Fifa que apontou o goleiro Oliver Kahn como o melhor atleta da Copa do Mundo. Kahn, que falhou no primeiro gol na final da Copa do Mundo, na derrota por 2 x 0 para o Brasil, recebeu 25 por cento dos votos na eleição realizada pela entidade que comanda o futebol mundial. "Achei ridículo. Ele (Kahn) fez uma Copa como eu e o goleiro de Senegal (Tony Sylva), por exemplo. Se um goleiro tivesse que ganhar o prêmio, seria o da Turquia (Reçber)", afirmou Marcos, em Brasília, momentos antes de embarcar para o Rio de Janeiro, após receber uma medalha do presidente Fernando Henrique Cardoso. Para Marcos, o melhor jogador da Copa do Mundo foi o atacante Ronaldo, artilheiro da Copa do Mundo com oito gols. O jogador da seleção brasileira ficou em segundo lugar na eleição, com 21 por cento. "O Ronaldo foi de longe o melhor. Foi o artilheiro e marcou dois gols na final", completou Marcos, em entrevista à Globonews. Na terceira colocação na eleição, realizada com jornalistas e treinadores, ficou o zagueiro sul-coreano Hong Myung-Bo, com 18 por cento dos votos. Outros três jogadores do Brasil participaram da eleição. Com 16 por cento dos votos, Rivaldo ficou com a quarta colocação, à frente de Ronaldinho Gaúcho, na quinta colocação, com 9 por cento. Também Roberto Carlos apareceu na lista dos melhores, na oitava posição, com 2 por cento dos votos. A Bola de Ouro é oferecida ao melhor jogador da Copa do Mundo desde a edição de 1982, quando o italiano Paolo Rossi ficou com o prêmio. Depois, o argentino Diego Maradona foi escolhido em 1986, o italiano Salvatore Schillaci em 1990, Romário em 1994 e Ronaldo em 1998.
Leia também: Fifa elege Kahn o melhor da Copa; Ronaldo fica em 2º.
Reuters Limited - todos os direitos reservados. O conteúdo Reuters é de propriedade intelectual da Reuters Limited. Qualquer cópia, republicação ou redistribuição do Conteúdo Reuters, inclusive por armazenamento rápido, enquadramento ou outros meios semelhantes, estão expressamente proibidas sem o consentimento prévio por escrito da Reuters. A Reuters não será responsável por quaisquer erros ou atrasos no Conteúdo, ou por quaisquer medidas tomadas na ocorrência dos fatos ora descritos.
|