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Reportagem

  16/11/2006
Vice, Brasil acerta na formação do time, mas peca no psicológico

Lello Lopes
Enviado especial do UOL
Em Osaka (Japão)

Os quatro erros
EFE

Falha na hora da decisão

A seleção brasileira parece viver uma espécie de síndrome do pânico nos momentos decisivos. Mais uma vez a equipe esteve muito perto de uma façanha, mas não conseguiu pôr a bola no chão.

EFE

Inexperiência e afobação

O grupo sentiu falta de experiência quando mais precisou: no final do 5º set contra a Rússia. Faltando dois pontos para acabar o Mundial, o Brasil se afobou no ataque e permitiu a virada.

EFE

Lapsos de concentração

Em muitos jogos, o Brasil se perdeu em quadra por falta de concentração. A equipe conseguiu se recuperar em todos, mas, na decisão, as russas não perdoaram e fecharam a partida.

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Atacantes desmarcadas

O Brasil parou a principal jogadora russa, Sokolova. Mas não evitou que Gamova e Godina fizessem estrago no ataque. Defesa e bloqueio brasileiros não suportaram duas ponteiras batendo forte.

Os quatro acertos
EFE

União do grupo

Todo time adota o discurso "o grupo está unido". No caso da seleção, a máxima pode ser confirmada pelo carinho entre as atletas. E a união ficou mais forte após as lesões de Fabiana e Fofão.

EFE

Reservas que resolvem

O Brasil contou com jogadoras de vigor quando recorreu ao banco. Carol Albuquerque supriu a ausência de Fofão, e Carol Gattaz brilhou quando Fabiana esteve ausente, por exemplo.

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Segurança na defesa

O ponto mais forte do Brasil no Mundial foi a defesa. Seja no passe ou na recepção, a seleção custava a deixar a bola cair. Destaques para Jaqueline, Sassá e Fabi, que dominaram o setor.

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Várias opções de ataque

O Brasil não teve nenhuma grande pontuadora, mas isso porque usou todo poderio disponível. Ora a aposta era no meio, com Fabiana, ora nos ataques de ponta de Sheilla, Sassá ou Jaqueline.

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