Após posar nua para a Playboy, Mari Paraíba revela vergonha em treinar de biquíni na praia

Do UOL, em São Paulo

  • Fernando Maia/UOL

    Mari Paraíba durante treinamento de vôlei de praia no Rio de Janeiro na última sexta

    Mari Paraíba durante treinamento de vôlei de praia no Rio de Janeiro na última sexta

Mari Paraíba ainda se adapta ao vôlei de praia, modalidade que escolheu para retomar a carreira no esporte após uma breve pausa desde que aposentou-se das quadras, após a Superliga 2011/2012 - ela, porém, só oficializou a retirada em setembro. Na areia, no entanto, o começo da adaptação teve uma "dificuldade" extra: a vergonha de usar biquíni, uniforme usado pelas jogadoras na praia.

Nos primeiros treinos na Escola de Educação Física do Exército, na Urca, no Rio de Janeiro, Mari optou por usar um shortinho mais curto até conseguir deixar a vergonha de lado e se soltar com o biquíni. No meio da semana passada ela, enfim, deixou o shorts de lado e aderiu às peças mais curtas. O assédio, claro, aumentou, ainda mais  por ela ter feito o ensaio nu para a Playboy.

"Nos primeiros treinos eu só treinava com a parte de cima do biquíni, e embaixo shorts. Dava vergonha (risos). Depois comecei a ver que as meninas treinavam com um sunquíni, e fiz o meu primeiro treino com ele, que tem a parte de baixo um pouco maior para não incomodar", afirmou Mari ao UOL Esporte.

Mari Paraíba, musa do vôlei
Mari Paraíba, musa do vôlei

Capa da revista masculina do mês de julho do ano passado, a jogadora, que ficou nua para a publicação, agora já tira de letra a roupa que tem de usar. Na sexta-feira, por conta do mau-tempo, ela utilizou um top e uma mini-saia esportiva para treinar. 

Mari Paraíba resolveu retomar a carreira esportiva após um convite de um amigo envolvido na modalidade. Ela admite que sentia falta de praticar esporte, mas tinha certeza de que não gostaria de retornar ao vôlei de quadra. Por isso, aceitou o desafio de se arriscar na areia, especialmente após assistir a um campeonato na capital carioca. 

"Tudo começou com um bate-bola que fui fazer na praia com um amigo, Alexandre Peres, que ajuda nos treinos de algumas meninas. Ele virou para mim e disse: 'Mari, por que você não joga na praia, já que você não quer mais quadra? Tenta, acho que você ia se dar bem'. Como eu estava sentindo falta de jogar, só não queria voltar para a quadra, comecei a pensar nisso. Aí fui ver um campeonato no Rio e o Ed (técnico) perguntou se eu não tinha interesse. Eu aceitei e comecei a treinar no dia 2. Estou me adaptando e adorando", afirmou a jogadora. 

Por enquanto, Mari não tem data para fazer sua estreia no vôlei de praia. A tendência é que aos poucos ela faça um trabalho de adaptação e preparação intensificada. Quando estiver mais pronta, começará a disputar torneios de menor expressão. Outro fator que não está definido ainda é a parceira da paraibana. A expectativa, porém, é que ela se junte à Fernanda Berti, outra que recentemente deixou as quadras para se dedicar ao vôlei de praia. 



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