
| 22h55 - 13/10/2002 |
Argentino Marcos Milinkovic é eleito o melhor jogador do Mundial de vôlei |
Das agências internacionais Em Buenos Aires (Argentina)
O argentino Marcos Milinkovic não conseguiu levar sua seleção às semifinais, mas consagrou-se como o principal pontuador e MVP - jogador mais valioso -, do Campeonato Mundial masculino de vôlei, encerrado neste domingo em Buenos Aires. O Brasil ficou com o título.
O oposto de 30 anos, que joga do Asystel Milano, da Itália, garantiu o primeiro lugar no ranking de pontuadores ao anotar 193 pontos (158 ataques, 21 bloqueios e 14 aces).
Milinkovic, que joga na seleção argentina desde 1990, já havia sido eleito o melhor atacante do Mundial do Japão, em 1998, e é o único integrante da seleção anfitriã de 2002 a jogar na Liga Italiana, considerada a mais forte do mundo.
Na tabela de estatísticas, o argentina também figura entre os dez primeiros nos rankings de atacantes, bloqueadores, sacadores e recepções.
Atrás de Milinkovic, considerado a grande figura do Mundial não somente por seu talento, mas também pelo seu carisma, ficaram o iugoslavo Ivan Miljkovic, com um total de 150 pontos, o búlgaro Vladimir Nikolov, com 139 pontos, e o russo Serguei Tetioukhine, com 135 pontos.
"Esse Mundial será inesquecível para nós, porque vivemos coisas fortes. Apesar do sabor amargo da derrota para a França, que nos deixou fora das semifinais, estamos tranquilos, porque nos esforçamos ao máximo", disse Milinkovic, que anunciou que não atuará pela seleção ao menos por uma temporada.
Veja quem foram os destaques individuais do Mundial masculino:
Maior pontuador: Marcos Milinkovic (Argentina) Melhor atacante: Andre Nascimento (Brasil) Melhor bloqueador: Joao José (Portugal) Melhor sacador : Frantz Granvorka (França) Melhor levantador: Mauricio (Brasil) Melhor recepção: Pablo Meana (Argentina) Melhor defensor: Hubert Henno (líbero, França)
Seleção do Mundial: Nikola Grbic (Iugoslávia), Marcos Milinkovic (Argentina), Serguei Tetioukhine (Rússia), Stephane Antiga (França), Gustavo (Brasil), José João (Portugal) e Hubert Henno (França)
|
|