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31/08/2006 - 09h34

Uniforme gera atrito entre patrocinador e CBV

Da Redação
Em São Paulo
A festa pela conquista da Liga Mundial masculina de vôlei, na Rússia, acabou gerando um atrito entre a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e seu principal patrocinador, o Banco do Brasil. O motivo: o uniforme utilizado pelo time na festa de premiação.

FIVB/Divulgação
FIVB/Divulgação
Ricardinho e Giba comemoram o título da Liga Mundial de vôlei, em Moscou
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De acordo com o jornal O Globo, o Banco do Brasil enviou nesta quarta-feira uma notificação à CBV pedindo esclarecimentos sobre a utilização de um uniforme que tinha a marca do patrocinador apenas nas costas.

O Banco do Brasil alega que, de acordo com o contrato firmado com a entidade, o time deveria ter utilizado um uniforme específico para premiação, com logotipo no peito dos jogadores.

Esta não é a primeira vez que CBV e patrocinador se desentendem por causa do uniforme. No ano passado, a entidade lançou com pompa uma roupa preta, para a seleção masculina, e rosa, para a feminina, mas foi impedida de usar porque o Banco do Brasil, que injeta cerca de R$ 25 milhões por ano no vôlei, rejeita uniformes nas cores que não estão na bandeira brasileira.

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