Potências do vôlei mundial, Rússia e Itália iniciaram a última rodada da primeira fase da Liga Mundial em condição indesejável. As duas seleções ocupavam a segunda colocação e ainda correm o risco de ficar de fora da fase final da competição. Com as vitórias nesta sexta-feira, as equipes acirram a disputa nos Grupos A e C.
Apenas o primeiro colocado de cada grupo, além do país-sede da etapa decisiva (Sérvia) e um convidado da FIVB (Federação Internacional de Voleibol), entra na disputa pelo título da 20ª edição da Liga. Neste ano, a entidade dará a vaga em aberto para o melhor segundo colocado.
A Itália entrou em quadra com a obrigação de vencer para pressionar os Estados Unidos, atuais campeões olímpicos e da Liga Mundial. Mesmo com a vitória por 3 a 0 sobre a China (25-23, 25-18 e 25-17), os italianos ainda precisam torcer por tropeço dos norte-americanos diante da Holanda para assumir a liderança da chave A.
Caso as expectativas não se concretizem, a Itália ainda precisa vencer novamente a China para alcançar a melhor campanha entre os vice-líderes e seguir com chance de brigar pelo nono título da Liga. Mas nem neste caso a tarefa será fácil.
Apontada pela seleção brasileira como a grande favorita ao título, a Rússia ainda apresenta inconstância na competição e briga com Cuba pela liderança do Grupo C. O triunfo sobre a Bulgária, fora de casa, por 3 a 0 (25-21, 29-27 e 26-24), deixou os russos com o mesmo número de pontos que os cubanos, que têm um jogo a menos.
Assim como a Itália, a Rússia soma 20 pontos e também está na luta pela melhor campanha, caso não alcance a liderança. Cuba tem tarefa mais fácil, com dois duelos contra o lanterna Japão.
Grupo BMesmo previamente classificada, a Sérvia ostenta a melhor campanha da chave. Jogando em casa, a equipe perdeu o primeiro set para a lanterna Coreia do Sul por 25-20. Mas Ivan Miljkovic, maior pontuador com 23 pontos, comandou a virada sérvia, que terminou com vitória por 3 a 1.