Ajuda ou atrapalha?

Como o VAR funciona no mundo. E como será no Brasil

Arte/UOL
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No Brasileirão-2018, 12 dos clubes foram contra o uso do VAR. O motivo? O preço.

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O VAR usa câmeras da transmissão oficial para revisão de jogadas. Os árbitros de vídeo ficam em uma sala e se comunicam com o juiz em campo.

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Na Copa da Rússia, por exemplo, a sala do VAR ficava em uma central longe do estádio. Esse modelo também é usado em Alemanha e Portugal.

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Essa é uma diferença em relação ao modelo adotado pela CBF, que monta as salas de controle dentro do estádio em que a partida está acontecendo.

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A Liga dos Campeões e a Liga Europa devem esperar para usar a tecnologia. O presidente da UEFA quer que o sistema seja aperfeiçoado.

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A Liga dos Campeões é como uma Ferrari ou um Porsche. Você não pode pegar e sair dirigindo esses carros, é preciso treinar e testar antes.

Aleksander Ceferin,
Presidente da UEFA, sobre o uso do VAR em seus torneios
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O VAR vem sofrendo críticas:

- 47% dos jogadores do Campeonato Alemão são contra o árbitro de vídeo

- 11 das 60 revisões (18%) feitas na primeira metade do Italiano foram incorretas

- Na Alemanha, a taxa de erros do VAR na temporada passada foi de 23%

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O lado bom: o VAR tem funcionado. Após checar 804 partidas, a International Board viu queda no número de erros da arbitragem.

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Críticos argumentam que as interrupções tiram a dinâmica do futebol e o jogo para demais.

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Mas as consultas ao VAR usam apenas 1% do tempo total de uma partida, em comparação a 28% perdidos em faltas, laterais, e escanteios, tiros de meta e substituições.

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Publicado em 12 de setembro de 2018.

Reportagem: Adriano Wilkson

Edição: Bruno Doro

Edição de vídeo: Paulo Camilo

Arte: Micaele Martins

Ilustração: Di Vasca