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Coadjuvante na Rio-16, jovem surpreende veteranos e lidera os 100m no ano

Andy Lyons/Getty Images
Coleman fez o melhor tempo do ano nos 100m ao cravar 9s82 Imagem: Andy Lyons/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

18/06/2017 04h00

Quanto mais a despedida de Usain Bolt se aproxima, mais ansiosos ficam os fãs do jamaicano e do atletismo de olho em novos talentos. E um americano vai, aos poucos, atraindo esses olhares com mais atenção. E com justiça: Christian Coleman, americano de 21 anos, é o atleta mais rápido do mundo nos 100m nesta temporada.

Na semana passada, no NCAA em Eugene, no Oregon, Coleman bateu o recorde do campeonato universitário ao vencer com 9s82. Mais do que isso, tornou-se o nono homem mais rápido da história, o quarto entre os americanos. Bolt, em sua despedida em um campeonato na Jamaica, venceu com 10s03 no último sábado.

Mas a marca de Coleman não foi por acaso. Desde o ano passado os holofotes se voltam cada vez mais para ele. Nas classificatórias para a Olimpíada no Rio, o americano fez o sexto tempo dos Estados Unidos, com 9s95, e conseguiu uma vaga no revezamento 4x100m, disputando a eliminatória.

E ganhou um tutor de gabarito: Justin Gatlin, quinto mais rápido da história (9s74) e campeão olímpico (2004) e mundial (2005) dos 100m. “Ele já me falou para eu tentar quebrar todos seus recordes. Sempre me inspirei nele e sua ajuda é muito especial”, disse Coleman em março deste ano ao USA Today.

“Ele passou por todas as fases que estou passando agora, desde sobre o que fazer da minha carreira até a suportar a pressão de ser um dos melhores velocistas na faculdade. Ele tem me dado muitos conselhos”, emendou o jovem velocista.

Parte dessa experiência foi transferida na trajetória olímpica no Rio de Janeiro. Segundo analistas americanos, Coleman voltou mais confiante e concentrado depois dos Jogos. E agora a melhor marca do mundo é um demonstrativo prático da evolução do velocista.

Recordista mundial dos 100m e atual tricampeão olímpico, Bolt anunciou sua aposentadoria para agosto deste ano, depois do Mundial de Londres. Ele e os demais velocistas de primeiro nível se preparam para uma disputa intensa na capital inglesa. Enquanto isso, Coleman sonha com um futuro não tão distante.
 

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