UOL Esporte Basquete
 
02/09/2010 - 09h20

Iranianos agem como tietes e festejam revés contra os Estados Unidos

Daniel Brito
Da Folhapress
Em Istambul (Turquia)

O encontro mais marcante do Mundial para iraniano Mahdi Kamrany foi quando ele se chocou com Chauncey Billups, na metade do segundo período do jogo entre Estados Unidos e Irã. Armador e capitão, ele era o responsável por marcar a estrela da NBA e maestro da equipe norte-americana. Quando os dois se trombaram na quadra, apenas o jogador iraniano foi ao chão. Ao levantar a cabeça, viu a mão de Billups estendida.

‘Achei legal o que ele fez [o ajudar a levantar]. Sou um grande fã dele’’, disse o iraniano. ‘Acho que vou procurá-lo no vestiário para tirarmos uma foto juntos’’, completou, com ar de tiete.

O choque entre os dois simboliza bem o confronto entre as duas seleções nesta quarta-feira no Abdi Ipekçi. Os EUA venceram com facilidade por 88 a 51. Foi a primeira vez que as equipes se enfrentaram na história do basquete profissional.

O sérvio Veselin Matic, quinto treinador de seu país a dirigir a seleção iraniana nesta década saiu satisfeito, apesar da derrota.

‘Não tínhamos objetivo algum. Apenas entrar em jogar. Foi o que fizemos e fizemos bem’’, vibrou.
O cestinha da partida foi o iraniano Ahmed Hadadi, de 2,18 m de altura, reserva do Memphis Grizzles, com 19 pontos.

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