UOL Esporte Basquete
 
06/09/2010 - 13h11

Magnano abriu porta para minha carreira, afirma Marquinhos

Murilo Garavello
Em Istambul (Turquia)
  • Marquinhos tenta arremesso pela seleção brasileira. Sob o comando de Rubén Magnano, atleta passou a atuar em nova posição: É uma nova porta que se abre para a minha carreira

    Marquinhos tenta arremesso pela seleção brasileira. Sob o comando de Rubén Magnano, atleta passou a atuar em nova posição: "É uma nova porta que se abre para a minha carreira"

Quando o técnico Rubén Magnano divulgou o quinteto inicial do Brasil para a partida contra os EUA, havia uma novidade: a escalação de Marquinhos como ala-pivô. E ele foi bem: 16 pontos em 28 minutos, três rebotes e um belo toco em Kevin Durant.

Não foi a primeira vez que Marquinhos atuou nessa posição, mas a partida colaborou para o que ele chama de “uma nova porta para minha carreira”: a possibilidade de atuar na posição 4 (ala-pivô), e não apenas 3 (ala), como ele é acostumado.

“Antes de começar os treinos com o Magnano, tinha jogado pouco de 4. Eu me achava um quebra-galho de 4”, diz o ala, de 2,04 m e braços longos.

“Hoje, me sinto confortável, o time se sente mais confortável comigo na posição. Jogando aberto, a quadra fica mais livre para as jogadas serem desenvolvidas, abro espaço para os outros. E tenho a possibilidade do chute de três”, afirma. “É uma nova porta que se abre para a minha carreira”.

Após deixar o Pré-Olímpico de Las Vegas antes do fim da competição e criticar publicamente o técnico Lula Ferreira, Marquinhos não havia mais sido convocado para a seleção.

Ele atuou na última temporada pelo Montegranaro, time da primeira divisão italiana, e obteve média de mais de 11 pontos em 25 minutos de jogo. Acabou sendo chamado por Magnano, que preferiu nem enviá-lo ao Sul-Americano, assegurando sua vaga no Mundial.

Com a volta de Varejão, provavelmente Marquinhos não terá muito tempo de quadra na posição 4 contra a Argentina. No último jogo da seleção, contra a Croácia, o ala atuou por apenas cinco minutos. Nem por isso ele deixa de se preparar.

“Para mim, pessoalmente, gosto de diminuir a pressão para entrar mais leve. É um jogo de suma importância contra a Argentina, mas gosto de entrar pensando que é só mais um jogo”, disse Marquinhos.

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