Basquete

Jogador mentiu sua idade em 12 anos e brilhou no basquete, mas foi pego

Reprodução/Twitter
De Falco alega que sua mãe nunca soube lhe dizer a idade certa Imagem: Reprodução/Twitter

Do UOL, em São Paulo

22/05/2016 06h00

Ele disse ter 17 anos e começou a jogar basquete colegial, mas na verdade é bem mais velho que isso: tem 29 anos. A história de Jonathan Nicola agitou uma escola em Windsor, no Canadá, nas últimas semanas. Nascido no Sudão do Sul, Nicola passou alguns meses sendo tratado como um jovem imigrante talentoso em quadra, mas a polícia desconfiou do caso e agora ele está preso.

O jogador africano chegou ao Canadá no fim do ano passado para entrar num programa de estudos do ensino médio da Catholic Central, em Windsor, próxima de Detroit. No entanto, quando a escola foi ajudá-lo a conseguir visto para jogar basquete nos Estados Unidos, apostando em sua qualidade, as autoridades americanas identificaram sua digital, cujo registro indicava sua data de nascimento em 1986 (idade atual de 29 anos).

Nicola alegou não saber sua idade correta, embora tenha alegado ter 17 anos para a imigração canadense e para o colégio. “Sempre perguntei para minha mãe qual era minha data de nascimento exata, mas ela dizia que não se lembrava. No Sudão do Sul nós não estudamos todos os anos e ninguém pergunta nada. Não sou mentiroso, sou um religioso. Só quero estudar e ajudar minha mãe, que está doente”, disse ele em seu depoimento.

O sudanês permanece preso provisoriamente e será novamente interrogado na próxima semana. Nicola tem 2,06m de altura, pesa quase 100 kg e calça 48. Era um gigante diante dos garotos do colégio onde estava jogando.

O técnico do time, Peter Cusomano, decidiu ajudá-lo nos primeiros meses e o hospedou em sua casa, como já fez com outros jovens jogadores. Cusomano disse à imprensa local que Nicola tinha potencial para chegar à NBA.

Agora, no entanto, a história do sudanês virou um caso de polícia. Nicola já pediu desculpas ao colégio e ao treinador pela repercussão negativa e fez um apelo às autoridades. “Se vocês me liberarem, deixem que eu volte para casa, seria muito melhor para minha família e para minha saúde mental”.

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