Basquete

Garoto propaganda da Under Armour, Curry rebate CEO por apoio a Trump

Ezra Shaw/Getty Images
Curry veste tênis da marca Imagem: Ezra Shaw/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

09/02/2017 13h22

Kevin Plank, o CEO da marca Under Armour, se manifestou nesta semana a favor do presidente norte-americano Donald Trump, a quem ele chamou de um “ativo” aos Estados Unidos por seu cargo atual. Garoto propaganda da empresa de materiais esportivos, o armador do Golden State Warriors Stephen Curry rebateu o executivo da empresa com quem ele tem um acordo milionário.

Em entrevista ao jornal “The Mercury News” na quarta-feira (8), o atual MVP da NBA fez um jogo de palavras para dar sua opinião. O termo usado por Plank para descrever Trump foi “asset”. Curry disse: “Eu concordo com essa descrição, se você remover o ‘et’”.

“Ass”, em inglês, tem o sentido literal de “bunda”, mas também pode ser um sinônimo para imbecil, idiota ou estúpido, além de termos mais chulos. O ataque do jogador a um dos chefes de seu principal parceiro comercial veio após um dia de conversas com a empresa.

“Eu passei o dia inteiro ontem (terça, 7) no telefone com incontáveis pessoas da Under Armour, várias pessoas do lado de Kevin Plank, do meu lado, tentando entender o que estava acontecendo e onde todos se posicionavam quanto a essa questão”, afirmou.

“Baseado no comunicado que Kevin Plank soltou nesta manhã e no que ele me disse ontem à noite, essa é a Under Armour que eu conheço. Essa é a marca que eu sei que ele construiu e aquela que, na tarde de quarta-feira, é algo que eu apoio”, completou.

A declaração de Plank repercutiu negativamente, porém a empresa se manifestou rapidamente buscando esclarecer o posicionamento, tomado exclusivamente do ponto de vista de negócios. A Under Armour se posicionou contrária às políticas do governo Trump que minam minorias nos Estados Unidos.

Alheio a polêmicas, Curry disse que este é um assunto delicado, mas crê que poderá continuar a trabalhar com sua principal patrocinadora, com quem ele tem contrato até 2024.

“Se eu puder dizer que a liderança não está de acordo com meus valores, então não existe dinheiro, não existe nenhuma plataforma que eu não pularia fora se não estivesse de acordo com quem eu sou”, concluiu.

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