Basquete

Trânsito, filas e ambulantes: nem tudo é glamour nas finais da NBA

Kelley L Cox-USA TODAY Sports
Fãs dos Warriors do lado de fora da Oracle Arena antes do jogo 2 das finais da NBA Imagem: Kelley L Cox-USA TODAY Sports

Gabriel Fuhrmann

Colaboração para o UOL, em Oakland (EUA)

05/06/2017 12h48

Quando se pensa na NBA e outros esportes americanos em geral, o que vem à cabeça são eventos organizados, com estrutura impecável e muito conforto aos torcedores. Mas não é bem assim. É verdade que eles seguem a anos-luz do que é realizado no Brasil, mas nem tudo é glamour: trânsito, ambulantes e filas inimagináveis também dão as caras por lá.

O jogo 2 da final entre Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers, no último domingo (04), ocorreu quase no mesmo horário em que se encerrou a partida do time de beisebol Oakland A's, que divide espaço com o Warriors. O estádio e o ginásio ficam lado a lado, inclusive dividindo o estacionamento para os torcedores.

O resultado foi um trânsito incalculável horas antes das finais da NBA nas vias próximas a Oracle Arena. Na chegada ao estádio, mais próximo do horário do jogo, era fácil ver os torcedores do Oakland A's saindo do estádio: todos de verde, com tacos, luvas e bolas de beisebol em mãos.

Assim como no Brasil, as ruas próximas do ginásio foram ocupadas por vendedores ambulantes, negociando produtos ‘não-oficiais’ dos Warriors. Também proliferavam todo tipo de barraquinhas de comida: hot dogs, tacos, frango e etc.

Já na entrada do ginásio, filas enormes chamavam a atenção. Diversas ações promocionais dos Warriors atraiam os torcedores, que podiam tirar fotos com uma réplica gigante da taça de campeão da NBA ou em uma montagem com o plano de fundo do time. Um DJ tocando ao vivo completava as atrações.

A organização e o tal ‘glamour’ ficam mais evidentes dentro do ginásio. Camisetas amarelas aguardam todos os torcedores em seus assentos. Nas fileiras mais próximas à quadra, celebridades passam de um lado para o outro – entre eles o craque Neymar. Antes do início da partida, Carlos Santana interpreta na guitarra o hino nacional dos Estados Unidos.

A apresentação dos atletas da casa é um show à parte. Efeitos pirotécnicos, com chamas e tudo mais, muita ovação aos principais jogadores dos Warriors – Durant e Curry são bastante celebrados pelos torcedores. Mas, por incrível que parece, a maior festa é para o técnico Steve Kerr.

Quem quer fazer um lanchinho tem uma variedade gigantesca de opções: pode escolher entre comida mexicana, hambúrgueres, cachorros quentes e até carne grelhada. Para beber, refrigerante, água e uma típica barraca de limonada.

O barulho feito pela torcida dentro do ginásio é ensurdecedor e dita o clima da decisão. Em quadra, Curry e Durant correspondem e atropelam os Cavs mais uma vez, para delírio dos torcedores dos Warriors.

 

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