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Contra problemas sociais, jogadores dos Knicks cruzam braços durante hino

Noah K. Murray/USA TODAY Sports
Kristaps Porzingis, Enes Kanter e demais jogadores dos Knicks cruzam braços durante execução do hino americano Imagem: Noah K. Murray/USA TODAY Sports

Do UOL, em São Paulo

03/10/2017 22h20

Com a pré-temporada da NBA em andamento, os protestos durante a execução do hino nacional americano se estenderam a um novo esporte. Nesta terça-feira (3), o New York Knicks entrou em quadra pela primeira vez em preparação para a nova edição da maior liga de basquete do mundo. Quando o hino tocou, todos os jogadores ficaram perfilados e cruzaram braços para chamar a atenção aos problemas sociais do país, como anunciado em um comunicado antes do jogo contra o Brooklyn Nets.

"Atualmente, nosso país enfrenta problemas sérios, como violência armada, pobreza, desigualdade na justiça, acesso à educação e direitos civis", diz o texto. "Juntos como time, vamos ficar de pé durante o hino nacional de braços cruzados, não só como um sinal de unidade, mas também para chamar atenção a esses problemas."

Na NFL, cenas como estas ocorrem desde 2016, mas se intensificaram após o presidente Donald Trump partir em ataque contra esportistas das duas maiores ligas esportivas do país. No que diz respeito a NBA, o político retirou o convite à Casa Branca estendido ao Golden State Warriors, campeão da NBA que já estava reticente sobre comparecer à cerimônia.

Os atletas do basquete, no entanto, são obrigados por regra da NBA a ficarem de pé durante a execução do hino nacional, não podendo se ajoelhar, sentar ou tomar outra atitude, como tem ocorrido - e gerado polêmica - na NFL.

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