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Cicinho

Cícero João de Cézare

AFP

Nascimento: 
24/06/1980, Pradópolis (SP)

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Peso: 69 kg

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Altura: 1,69 m

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Clubes: Botafogo-SP (2000); Atlético-MG (2001); Botafogo (2001 e 2002); Atlético-MG (2002 e 2003); São Paulo (2003 a 2005); Real Madrid-ESP (2006)

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Títulos: Campeonato Paulista (2005); Copa Libertadores (2005); Mundial de Clubes (2005); Copa das Confederações (2005)

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Copas: 1 (2006)

Gols e atuações decisivas pelo São Paulo nas conquistas da Copa Libertadores e Mundial de Clubes em 2005 fizeram de Cicinho um jogador da primeira linha do futebol nacional. Hoje integrante da "legião brasileira" do Real Madrid, o lateral-direito disputou sua primeira Copa e entrou em duas partidas (titular contra o Japão e como substituto contra a França). Não conseguiu ser titular porque Cafu foi mantido para bater o recorde brasileiro de partidas disputadas em Copas.

Quando entrou em campo, Cicinho não decepcionou nem comprometeu. Confirmou a confiança conquistada na Copa das Confederações do último ano. Como titular, com a ausência de Cafu, o lateral teve atuação destacada, principalmente na goleada por 4 a 1 na final contra a arqui-rival Argentina.

Cicinho passou por algumas equipes antes de "explodir" definitivamente para o futebol brasileiro. Revelado pelo Botafogo de Ribeirão Preto, o paulista de Pradópolis foi negociado com o Atlético-MG em 2001. Na primeira passagem pela equipe mineira, o lateral não conseguiu desenvolver seu futebol.

Em seguida, Cicinho vestiu a camisa do Botafogo carioca, onde também não obteve êxito. Somente no retorno ao Atlético-MG o futebol do lateral começou a florescer, principalmente com seu grande desempenho no Brasileiro de 2003.

No final do mesmo ano, Cicinho, com salários atrasados no Atlético-MG, resolveu entrar na Justiça do trabalho para se desvincular do clube. A batalha nos tribunais não foi fácil, mas o jogador acabou vencendo a disputa. Livre, o lateral acertou transferência para o São Paulo.

No primeiro ano no São Paulo, mesmo sem títulos, Cicinho já conseguiu se firmar como um dos principais jogadores do time, tanto na "gestão" do técnico Cuca quanto sob comando de Emerson Leão.

O ano de 2005 foi "dourado" para o jogador. Logo de cara, Cicinho ajudou o São Paulo a sair de um pequeno jejum com a conquista do Campeonato Paulista. Leão deu lugar a Paulo Autuori, mas a equipe seguiu na trilha de conquistas.

Cicinho brilhou na Libertadores, principalmente no confronto de oitavas-de-final contra o Palmeiras, quando marcou gols decisivos nas duas partidas. Na final, o São Paulo se tornou tricampeão ao derrotar o Atlético-PR.

No final de 2005, Cicinho se despediu do São Paulo com a boa participação no Mundial de Clubes da Fifa no Japão. Após o tricampeonato, o lateral partiu para o Real Madrid, onde começa a obter êxito ao lado de outros brasileiros.

Cicinho é um lateral com virtudes essencialmente ofensivas. Chega com facilidade à linha de fundo, tem boa qualidade de assistências e chuta bem em gol.

     

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