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Dida

Nelson de Jesus Silva

AFP

Nascimento: 
07/10/1973, em Irará (BA)

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Peso: 85 kg

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Altura: 1,95 m

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Clubes: Vitória (1992 e 1993); Cruzeiro (1994 a 1998); Lugano-SUI (1998 e 1999); Corinthians (1999 e 2000); Milan-ITA (2000 e 2001); Corinthians (2001 e 2002); Milan (2003 a 2006)

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Títulos: Campeonato Baiano (1992); Campeonato Mineiro (1994 / 1996 / 1997 / 1998); Copa do Brasil (1996 / 2002); Copa Libertadores (1997); Campeonato Brasileiro (1999); Mundial de Clubes da Fifa (2000); Torneio Rio-São Paulo (2002); Liga dos Campeões da Europa (2003); Campeonato Italiano (2004); Copa América (1999); Copa das Confederações (1999 / 2005); Copa do Mundo (2002)

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Copas: 3 (1998, 2002 e 2006)

Finalmente titular aos 32 anos depois de duas Copas na reserva, Dida fez defesas importantes e levou apenas dois gols no Mundial da Alemanha. Pena que um deles tenha sido o que deu a vitória para a França nas quartas-de-final, eliminando o Brasil. Assim, Dida segue tendo sido campeão mundial numa Copa em que não jogou (2002).

Dida vinha de má fase no Milan, tomando gols em falhas incomuns para um goleiro de sua categoria. Mas, na Copa, foi bem. Sua defesa mais vistosa foi uma de puro reflexo contra Gana: desviou com os pés uma cabeçada de John Mensah na pequena área.

O goleiro nem chegou a ser testado em sua especialidade, os pênaltis. Muitos jogadores sabem disso, principalmente os atletas da Juventus que pararam nas mãos do milanista na decisão da Liga dos Campeões de 2002-03, ou o são-paulino Raí que perdeu duas vezes o duelo frente a frente com o então corintiano na semifinal do Brasileiro de 1999.

O primeiro grande momento de Dida na carreira aconteceu no Brasileiro de 1993, quando foi vice-campeão brasileiro pelo Vitória. No ano seguinte, o goleiro mudou-se para o Cruzeiro, clube no qual seria ídolo e, mais tarde, vilão.

Dida teve anos vitoriosos na equipe mineira, com quatro títulos estaduais e uma Copa do Brasil, e foi adorado pela torcida celeste. Mas esse período não acabou da melhor maneira: depois de problemas com a diretoria do Cruzeiro, Dida forçou a sua saída do time para poder jogar no Milan.

Depois de a Fifa ter liberado a sua transferência para a equipe italiana, o Milan decidiu emprestar Dida para o Lugano (SUI) e, posteriormente, para o Corinthians. Quando a equipe corintiana enfrentou o Cruzeiro no Mineirão, pelo Brasileiro de 99, Dida sentiu o ódio dos cruzeirenses: foi alvo de vaias e palavras hostis da torcida que antes o amava.

No Corinthians, conquistou o título mais importante de sua carreira: o Mundial de Clubes da Fifa em 2000. Porém, após a derrota para o Palmeiras na Libertadores desse mesmo ano, o goleiro decidiu seguir para o Milan, com quem tinha vínculo contratual.

A partir daí, Dida passou a viver um dos piores momentos de sua carreira. Foi pego com um passaporte falsificado pela Justiça italiana e acabou suspenso. Com a demissão de Vanderlei Luxemburgo da seleção, perdeu o lugar como titular para Rogério Ceni, o preferido de Émerson Leão.

Quando Luiz Felipe Scolari assumiu a seleção, o goleiro voltou a ser chamado para a equipe, porém para a reserva do palmeirense Marcos. Suspenso na Itália, foi novamente emprestado pelo Milan para o Corinthians. Na última passagem pelo clube paulista, conquistou o Torneio Rio-São Paulo e a Copa do Brasil

De temperamento frio, calado e contido mesmo nos momentos mais emocionantes de uma decisão, Dida tem obtido uma maior regularidade nas suas atuações ao longo da carreira.

Mas ainda peca em quesito importante para qualquer goleiro: a saída do gol. Nada que apague, porém, o fato de que Dida tornou-se uma dor de cabeça para qualquer centroavante adversário, principalmente em cobranças de pênalti.

     

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