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Kaká

Ricardo Izecson Santos Leite

AFP

Nascimento: 
22/04/1982, em Brasília (DF)

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Peso: 76 kg

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Altura: 1,86 m

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Clubes: São Paulo (2000 a 2003); Milan-ITA (2003 a 2006)

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Títulos: Torneio Rio-São Paulo (2001); Campeonato Italiano (2004); Copa do Mundo (2002); Copa das Confederações (2005)

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Copas: 2 (2002 e 2006)

Um dos "intocáveis" da seleção de Carlos Alberto Parreira, Kaká começou bem e terminou mal em sua primeira Copa como titular.

Na estréia contra a Croácia, Kaká fez o gol da vitória e recebeu o prêmio de melhor em campo concedido pela Fifa. Também jogou bem contra a Austrália.

Contra o Japão, seu rendimento caiu. Diante de Gana, nas oitavas, Kaká teve o joelho direito atingido, o que comprometeu sua atuação. Foi escalado diante da França, nas quartas, mas sua atuação foi irreconhecível e ele acabou substituído por Robinho no 2º tempo da derrota que eliminou o Brasil.

Titular absoluto do Milan e reverenciado no futebol europeu, Kaká desempenha um papel importante no "quarteto ofensivo" da seleção brasileira, com responsabilidade de criar as jogadas e municiar os atacantes definidores.

Amadureceu com a camisa da seleção brasileira ao longo da campanha nas eliminatórias do Mundial. A grande afirmação, no entanto, aconteceu no título da Copa das Confederações, em 2005, quando teve atuação brilhante na vitória sobre a Argentina na decisão.

Os primeiros passos no futebol do meia nascido em Brasília aconteceram no São Paulo. Bastou Kaká estrear no time principal para os saudosistas começarem a compará-lo com o ex-meia Raí, um dos maiores jogadores da história do clube. Sua estatura, passadas largas e boa visão de jogo levaram os torcedores a chamarem a revelação de "o novo Raí".

Mas as semelhanças param por aí. Franzino, Kaká é um jogador "de laboratório". O meia foi acompanhado pelo Departamento de Fisiologia do São Paulo desde que entrou nas categorias de base do clube desde que descobriu-se que sua de idade óssea era defasada.

O meia teve sua primeira chance no time principal do São Paulo, num clássico contra o Santos, marcou um dos gols da vitória por 4 a 2 e se transformou na nova esperança da torcida tricolor. Voltou a destacar-se marcando duas vezes contra o Botafogo, na decisão do Torneio Rio-São Paulo. Depois do título, decidiu mudar a grafia de seu nome: mudou de "Cacá" para "Kaká".

Em 2001 assumiu de vez a condição de ídolo e titular do São Paulo. Após fazer um ótimo Campeonato Brasileiro, foi muito elogiado pelo técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari.

Kaká foi convocado para a Copa de 2002 e foi comparado a Ronaldo na Copa de 94. Jogador mais jovem do elenco, o então são-paulino teve melhor sorte que o "Fenômeno", já que chegou a atuar contra a Costa Rica, o que não aconteceu com Ronaldo na conquista do tetra.

Depois do título mundial, passou mais um ano no São Paulo. Mas, sofrendo a cobrança da torcida, que exigia conquistas, Kaká acabou decidindo precocemente optar pela aventura no futebol europeu. Até o momento, é possível dizer que a escolha do meia foi a mais adequada.

Hoje, Kaká desfruta de respeito e idolatria equivalentes às grandes estrelas do Milan, como o ucraniano Shevchenko e o veterano Paolo Maldini. Até o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, que também é proprietário do clube de Milão, já declarou ser fã do brasileiro.

     

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