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Ronaldinho Gaúcho

Ronaldo de Assis Moreira

Arte UOL/AFP

Nascimento: 
21/03/1980, em Porto Alegre (RS)

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Peso: 75 kg

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Altura: 1,80 m

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Clubes: Grêmio (1998 a 2000); Paris Saint-Germain-FRA (2001 a 2003); Barcelona-ESP (2003 a 2006)

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Títulos: Campeonato Gaúcho (1999); Campeonato Espanhol (2005 / 2006); Copa América (1999); Torneio Pré-Olímpico (2000); Copa do Mundo (2002); Copa das Confederações (2005); Liga dos Campeões da Europa (2006)

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Copas: 2 (2002 e 2006)

O mundo esperava de Ronaldinho Gaúcho uma Copa do Mundo brilhante, irretocável. A realidade foi uma decepção globalizada. O Melhor Jogador do Ano da Fifa em 2004 e 2005, capa de revistas em todos os continentes e astro malabarista de inúmeros comerciais de TV foi apático, burocrático e apagado naquela que deveria ser "sua" Copa, depois do papel de coadjuvante de destaque na conquista do penta em 2002.

Ronaldinho chegou à Copa embalado por sua maior conquista em clubes: a Liga dos Campeões da Europa pelo Barcelona. Dias antes, conquistara mais um título espanhol. Tinha como fãs os ex-craques Pelé e Maradona, que quase sempre divergem em suas opiniões. Cogitava-se até que ele superaria esses dois mitos na Copa da Alemanha e se tornaria o maior de todos os tempos. Expectativas irreais e exageradas que podem ter afetado e inibido o meia, cujo talento é inegável.

Tirando a boa fase técnica e os títulos que já acumula, Ronaldinho Gaúcho construiu sua fama internacionalmente por seu domínio de bola incomum. Nos últimos anos, a técnica do brasileiro vem sendo explorada pelo mercado publicitário.

Umas das peças comerciais para televisão que traz Ronaldinho como protagonista virou polêmica e ajudou a difundir a fama do brasileiro. Nela, o meia do Barcelona aparece num vídeo dominando uma bola sem deixar cair, acertando o travessão quatro vezes consecutivas. O ídolo jura que não se trata de montagem.

Irmão do meia Assis, uma promessa de craque que chegou a ter bons momentos no Grêmio no final dos anos 80, Ronaldinho ganhou as primeiras chances no clube gaúcho em 1998. Não foram muitas, mas o suficiente para que fizesse seus primeiros sete gols como profissional.

Em 1999, seu primeiro grande ano, virou dono da camisa 10 e marcou 22 vezes. Destacou-se tanto que chegou à seleção brasileira, fazendo, na sua estréia, um gol antológico nos 7 a 0 sobre a Venezuela, na Copa América.

No início da temporada 2000, vários clubes europeus ameaçaram contratá-lo. Um assédio tão grande que o então presidente do clube, José Alberto Guerreiro, estampou na frente do estádio Olímpico uma faixa dizendo que o jovem craque era inegociável.

Apesar da disposição do Grêmio em mantê-lo, Ronaldinho assinou um pré-contrato com o Paris Saint-Germain. Após uma briga jurídica, que deixou o atleta cerca de seis meses afastado dos gramados, o meia voltou a atuar somente no segundo semestre de 2001 pelo time francês.

Os problemas extra-campo acabaram influindo na carreira do jogador na seleção brasileira durante as Eliminatórias. De titular absoluto da equipe, Ronaldinho tornou-se apenas mais uma opção para o ataque do time.

Com boas atuações nos amistosos que antecederam a Copa, porém, Ronaldinho Gaúcho iniciou o Mundial como uma das estrelas do elenco e titular absoluto, formando a linha de frente dos "três erres", ao lado de Ronaldo e Rivaldo.

Seu melhor momento no Mundial foi na partida contra a Inglaterra, quando deu passe para Rivaldo marcar o gol de empate da seleção e fez, de falta, o gol que acabou dando a vitória ao time. Na mesma partida, entretanto, foi expulso em razão de uma entrada violenta.

No ano seguinte, após uma disputa entre Manchester United e Barcelona, o jogador optou por jogar na Espanha. Pelo time catalão, virou "rei" em pouco tempo. Hoje, forma uma das duplas mais temidas do futebol mundial ao lado do atacante camaronês Samuel Eto'o.

Com o camaronês, Ronaldinho liderou o Barcelona na conquista da última Liga dos Campeões da Europa. Na final contra o Arsenal, o brasileiro não esteve em seus melhores dias, mas brilhou em toda a campanha da equipe espanhola.

     

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