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Coloccini



Fabricio Coloccini

Reuters

Nascimento: 
22/01/1982, em Córdoba

Peso:  78 kg

Altura:  1,82 m

Posição: Zagueiro

Clubes: Boca Juniors-ARG (1998 a 1999), Milan-ITA (1999 a 2001 e 2004), San Lorenzo-ARG (2001), Alavés-ESP (2001 a 2002), Atlético de Madri-ESP (2002 a 2003), Villarreal-ESP (2003 a 2004), La Coruña-ESP (2005 a 2006)

Títulos: Campeonato Argentino Clausura (2001), Mundial Sub-20 (2001), medalha de ouro na Olimpíada de Atenas (2004)

Copas: 1 (2006)

Fabricio Coloccini foi uma promessa argentina que não demorou para deixar o país. Aos 17 anos, tendo jogado apenas uma partida (e feito um gol) como profissional pelo Boca Juniors na temporada 1998/99, o Milan da Itália acertou tudo com o pai do zagueiro e deixou o clube argentino na saudade.

O Boca reagiu e recorreu à Fifa. Muito depois, a entidade máxima do futebol mundial determinou que o Milan pagasse uma compensação financeira ao clube de La Bombonera.

O curioso é que o Milan fez isso e mal usou o zagueiro até negociá-lo definitivamente com o La Coruña em 2005. Enquanto foi do Milan, quase sempre esteve emprestado a outro clube.

Em sua primeira temporada no Milan, Coloccini não teve muitas chances. Por essa razão, quando apareceu a oportunidade de voltar para a Argentina, em 2001, ele não pensou duas vezes e foi parar no San Lorenzo, onde começara como juvenil.

Com o jovem zagueiro, o time sagrou-se campeão do Torneio Clausura do Campeonato Argentino em 2001. Coloccini foi o único jogador que disputou todas as partidas.

No mesmo ano, foi campeão mundial sub-20 pela seleção. E emprestado ao Alavés da Espanha.

A ciranda de empréstimos continuou: para o Atlético de Madri, depois para o Villareal.

No final de 2004, o Milan chegou a botar Coloccini para jogar em uma partida. E só.

Foi então que o La Coruña demonstrou interesse no zagueiro. O Milan queria emprestá-lo de novo, mas Coloccini, insatisfeito com a situação, exigiu que o negócio fosse permanente.

Quem acompanhou as eliminatórias da América do Sul e a Copa das Confederações em 2005 deve ter notado esse grandalhão de cabelos enrolados, duro dentro das quatro linhas.

Mas, ao que parece, sua marca registrada não é somente a jogada desleal. O defensor também é hábil, veloz e polivalente.

Na Copa 2006, ele tentou mostrar essas características nas duas chances que teve de entrar em campo. Uma delas veio no jogo contra a Holanda. Como a Argentina já estava classificada, o técnico José Pekerman resolveu observar alguns reservas. Mas Coloccini só entrou em campo aos 24min do primeiro tempo, quando Burdisso se machucou.

Na partida contra a Alemanha, pelas quartas-de-final, ele foi escalado como titular, já que Burdisso não conseguiu se recuperar. E até teve um momento de inspiração, ao ver um chute seu parar na trave, já no segundo tempo da prorrogação. Como a tentativa ficou no quase, a decisão foi para os pênaltis, e a Argentina foi eliminada por 4 a 2.

   
 

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