UOL Esporte Fórmula 1
 
03/11/2009 - 11h19

Schumacher afirma que decisão de voltar à F-1 não foi racional

Das agências internacionais
Em Pequim (China)
O alemão Michael Schumacher, heptacampeão mundial de Fórmula 1, afirmou nesta terça-feira que a decisão de voltar a correr na categoria pela Ferrari para substituir o brasileiro Felipe Massa, afastado pelo acidente sofrido na Hungria, foi tomada de forma emocional e não racional.

Após receber o convite dos dirigentes da Ferrari, Schumacher acabou aceitando a oportunidade em agosto deste ano, mas após fazer testes pilotando kart e um carro antigo da Ferrari com pneus usados GP2, o alemão desistiu de seu retorno alegando dores no pescoço devido a uma queda de moto sofrida em fevereiro.

"Não foi realmente uma decisão racional, foi emocional, que no momento, pensei 'por que não, é só por um tempo, pode ser divertido", disse o piloto de 40 anos no estádio Ninho do Pássaro, em Pequim, onde disputa a Corrida dos Campeões.

O ex-piloto de Fórmula 1 afirmou que fez um balanço de prós e contras quando se reuniu com o presidente da Ferrari Luca Di Montezemolo para decidir se seria o substituto de Felipe Massa.

"Tive um encontro com ele (Di Montezemolo), vi todos os pontos, em particular, sobre Felipe, que é como um irmão para mim. Parte da razão de eu ter me aposentado foi para entregar o carro para ele, pois ele merecia ficar em uma equipe com um carro top. Assim, o fato de que era ele, tendo o acidente, foi muito mais fácil de me convencer e então eu finalmente disse 'sim, eu tentarei", disse Michael Schumacher.

Mesmo após Schumacher ter desistido de seu retorno, seguem os boatos de que ele poderia voltar a correr se Massa não estiver recuperado para a próxima temporada ou a possibilidade de um terceiro carro da Ferrari na categoria, mas quando questionado, ele simplesmente respondeu: "Agora, não".

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