Fórmula 1

Animação mostra como devem ser os carros da F-1 em 2017

Do UOL, em São Paulo

06/01/2016 12h17

A temporada 2016 ainda nem começou, mas os olhos da Fórmula 1 já estão no próximo ano. O engenheiro e especialista italiano Giorgio Piola criou uma animação que mostra como poderão ser os modelos de 2017, quando novas especificações estarão valendo.

Com as primeiras bases do novo regulamento já definidas pelos engenheiros, a Fórmula 1 se prepara para ter carros muito mais rápidos e difíceis de pilotar a partir do ano que vem. Com isso, o visual deverá ser mais “retrô”.
 
O conceito básico tem asas maiores e mais baixas e pneus mais largos. Além disso, a pressão aerodinâmica e o arrasto aumentarão. A expectativa é que as velocidades subam cerca de 3 segundos por volta.
 
O ‘nariz’ dos carros serão 20 cm mais longos do que em 2016, enquanto as asas dianteiras passarão de 1,65m para 1,80m. Já a largura passará de 1,40m a 1,80m.
 

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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