Fórmula 1

Mesmo com motor Ferrari 'velho', Verstappen espera ganho de 1s por volta

Getty Images
Imagem: Getty Images

Do UOL, em São Paulo

11/01/2016 12h48

Depois de impressionar em sua temporada de estreia na Fórmula 1, conquistando dois quartos lugares pela média Toro Rosso, Max Verstappen acredita que pode fazer ainda mais neste ano. E grande parte desta confiança vem dos motores Ferrari que a equipe usará em 2016.

“As coisas parecem que estão indo bem. Claro que você sempre quer melhorar o carro e os primeiros sinais são promissores. O STR10 já era um carro muito bom em curvas de alta velocidade, então estão animado para saber como será o modelo deste ano”, escreveu Verstappen em seu site oficial.

Mesmo que a Toro Rosso vá usar motores de 2015 em seu carro nesta temporada, o holandês está bastante confiante de que a troca do Renault para o Ferrari vá trazer grandes ganhos para a performance do time.

“O motor Ferrari provavelmente é o maior passo adiante. Estou esperando muito dele. Um grande ganho na área do motor faz com que tudo se torne mais fácil. Espero um ganho de cerca de 1s por volta só da performance do motor, o que é muito. Então acho que podemos evoluir mais do que nossos rivais mais próximos.”

Os testes de pré-temporada da Fórmula 1 começam dia 22 de fevereiro, na Espanha. A primeira etapa do ano será disputa pouco menos de um mês depois, dia 20 de março, na Austrália.

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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