Fórmula 1

Ecclestone acusa Mercedes de fornecer motores menos potentes aos clientes

Don Emmert/AFP
Imagem: Don Emmert/AFP

Do UOL, em São Paulo

14/01/2016 10h21

Em guerra com as montadoras que estão na Fórmula 1 - Mercedes, Ferrari, Renault e Honda - por entender que o atual regulamento lhes dá um poder exagerado dentro da categoria, o promotor Bernie Ecclestone acusou as fornecedoras de darem um propulsor “com muito menos potência” para seus clientes, garantindo a vantagem de suas equipes clientes.

De fato, após a introdução do novo regulamento de motores, no início de 2014, apenas equipes de fábrica venceram corridas: Mercedes, Ferrari e Red Bull que, até o ano passado, era o time oficial da Renault.

“A Mercedes fornece motores para três equipes [Williams, Force India e Manor] e obviamente as unidades são muito menos potentes do que as que eles têm em seus próprios carros”, afirmou à rádio canadense TSN. “Então podemos esquecer destas equipes.”

A Ferrari, por sua vez, dá os mesmos propulsores para seus clientes, segundo Ecclestone. “Mas o motor deles não é tão potente quanto da Mercedes, apesar de estar chegando lá. De qualquer maneira, eles fornecem a outras equipes e os times que usam o motor deles não são tão bons. Assim, o que temos de verdade é a Mercedes e a Ferrari - espero - disputando.”

Crítico feroz das atuais unidades de potência, Ecclestone acredita que é ruim para a Fórmula 1 que a competitividade dependa tanto do motor. “Quando a F-1 foi construída, havia um fabricante que fazia os motores para todos, exceto a Ferrari. Mas era algo que igualava as forças. Agora, não é. Por isso, estamos em processo de mudar. Temos de tornar esses motores muito mais simples para que outro fabricante entre.”

A proposta do dirigente é permitir que empresas independentes das grandes montadoras voltem à Fórmula 1 com motores mais leves e mais simplificados, fazendo frente ao modelo atual. No final do ano passado, juntamente do presidente da FIA, Jean Todt, Ecclestone garantiu o poder de mudar o regulamento mesmo sem o aval dos times e pediu que as montadoras encontrassem uma solução para o impasse. O prazo é dia 31 de janeiro.

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