Fórmula 1

Nem Senna, nem Schumacher: maior ídolo de Valtteri Bottas é outro campeão

Reprodução/Michael Cooper/Allsport
Imagem: Reprodução/Michael Cooper/Allsport

Julianne Cerasoli

Do UOL, em São Paulo

14/01/2016 06h00

Lewis Hamilton e Fernando Alonso citam Ayrton Senna como sua grande referência na infância. Sebastian Vettel fala em Michael Schumacher e Jenson Button sempre declarou que se inspirou no estilo de Alain Prost. Porém, para Valtteri Bottas, o grande ídolo é outro: Mika Hakkinen.

O finlandês, que depois viria a se tornar um dos mentores do piloto da Williams, era a grande estrela do automobilismo do país quando Bottas dava seus primeiros passos no kart. Aos sete anos, o garoto assistiu à primeira vitória do ídolo, no GP da Europa de 1997 e, em 1998 e 1999 o viu se tornar uma figura importante em seu país.

“Quando eu era criança, na época do kart, gostava de assistir às corridas dele. Lembro claramente da primeira vitória dele, em 1997, e nos dois anos seguintes ele conquistou o título. Nessa época, ele se tornou um herói para todos na Finlândia, especialmente para mim”, revelou Bottas ao UOL Esporte.

Apesar de ter um estilo mais comedido do que o agressivo compatriota, Bottas diz admirar a garra que Hakkinen demonstrou em sua carreira. O piloto demorou a engrenar na Fórmula 1, chegando à primeira vitória em sua sétima temporada, já com 29 anos. Em 1994, sofreu um grave acidente na Austrália, que o deixou em coma e quase acabou com sua carreira.

“Eu gostava do fato de que ele nunca desistia - demorou uns seis ou sete anos para ele ter sua primeira vitória - e também teve aquele acidente grave e se recuperou. É aquele tipo de cara que nunca desiste e eu gosto disso.”

O exemplo de Hakkinen pode servir para o próprio Bottas, que inicia no GP da Austrália, dia 20 de março, sua quarta temporada na Fórmula 1, tendo dois segundos lugares, em 2014, como seus melhores resultados.

Perguntado se a categoria em que se encontra hoje é muito diferente daquela que o garoto fã de Hakkinen imaginava, Bottas reconhece que não esperava ter tanto trabalho fora das pistas, mas agradece por ter seguido o caminho do ídolo.

“Claro que muitas coisas de dentro da Fórmula 1 que você não entende quando é criança - como as entrevistas, por exemplo, não sabia que teria de fazer tantas! Mas não me importo. Todos os dias me lembro do quão sortudo eu sou por poder estar aqui, trabalhar com aquilo com que sempre sonhei. Estou vivendo um sonho, mas ainda há muito mais para alcançar.” 

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