Fórmula 1

Fórmula 1 corre contra o tempo para chegar a consenso sobre regras de 2017

AP Photo/Moises Castillo
Imagem: AP Photo/Moises Castillo

Do UOL, em São Paulo

01/02/2016 06h00

Após não terem chegado a um consenso na reunião da última sexta-feira sobre as mudanças no regulamento da Fórmula 1 para a temporada de 2017, os diretores técnicos das equipes e a Federação Internacional de Automobilismo correm contra o tempo para decidir o que mudará para a próxima temporada.
De acordo com as regras da categoria, é necessário que haja uma definição até dia 1º de março. Caso isso não ocorra, qualquer mudança só sairá do papel por unanimidade, algo raro de acontecer na F-1.

São vários os pontos que estão sendo discutidos. Em 2015, o Grupo de Estratégia chegou à conclusão de que os carros teriam de ser mais rápidos, voltando aos níveis de 10 anos atrás. Porém, ainda não se sabe como isso será feito. Parte do ganho de velocidade viria dos pneus, que seriam mais duráveis, e o restante do aumento da pressão aerodinâmica. Porém, existe o temor de que ambos os caminhos prejudiquem as ultrapassagens.

Outro assunto tratado na reunião foi a adoção de uma proteção para a cabeça dos pilotos, denominado halo e proposto pela FIA para ser instalado já em 2017. A ideia, contudo, sofreu resistência dos engenheiros.

Um teto orçamentário de 12 milhões de euros anuais para o fornecimento de motores também está sendo estudado. O preço atual gira em torno dos 20 a 25 milhões. Restrições do número de caixas de câmbio que podem ser usadas por temporada e o peso mínimo dos carros também estão sendo discutidas.

Novas reuniões estão previstas para acontecer na última semana de fevereiro, justamente quando começam os testes de pré-temporada e a maioria dos carros será lançada. As atividades de pista terão início dia 22 de fevereiro, em Barcelona, na Espanha.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Esporte Ponto Final
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Topo