Fórmula 1

Acostumado ao fundo do pelotão na F-1, inglês quer ser novo Beckham nos EUA

Reprodução/Facebook
Imagem: Reprodução/Facebook

Do UOL, em São Paulo

04/02/2016 11h19

Ele se acostumou a andar no fundo do grid e não marcou um ponto sequer nas 35 corridas que fez na Fórmula 1 entre 2013 e 2014. Porém, de malas prontas para a Fórmula Indy, onde vai correr na Chip Ganassi Racing, uma das maiores equipes da categoria, Max Chilton sonha em seguir os passos de David Beckham e se tornar famoso nos Estados Unidos.

Beckham marcou época ao ir jogar no LA Galaxy em 2007, ainda no auge da carreira futebolística, com a missão de popularizar o esporte no país e aumentar o valor de sua imagem. Junto da ex-Spice Girl e esposa Victoria, passaram a representar grandes marcas norte-americanas e a posar ao lado de celebridades locais, ganhando o público do país.

O exemplo de Beckham agrada Chilton, que já vê os primeiros sinais de que pode se tornar uma figura conhecida nos Estados Unidos.

“Gosto da comparação!”, admitiu o inglês de 24 anos ao The Sun. “Becks é um cara legal e uma das pessoas mais admiradas, então gosto dessa ideia. Mas é verdade: os americanos adoram os britânicos e algumas marcas bacanas já entraram em contato comigo. Várias marcas querem se juntar a mim e talvez quando eu e a Chloe [Roberts, sua esposa] estivermos lá as coisas vão acontecer.”

Mesmo animado com o novo desafio, Chilton reconhece que a Fórmula Indy nunca esteve em seu horizonte. Pelo menos até as portas da F-1 se fecharem para o ex-piloto da Marussia.

“É uma grande mudança para mim, mas aprendi que você não pode planejar nada na vida. Nunca achei que isso fosse acontecer: eu era como 99% dos pilotos, a F-1 sempre foi minha meta. Lembro todas as vezes em que disse que jamais correria na Indy porque não tinha interesse, mas é o caso de ‘nunca diga nunca’. A vida muda.”

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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