Fórmula 1

Projetista da Red Bull vê aumento do domínio dos grandes com regras de 2017

EFE/Diego Azubel
Imagem: EFE/Diego Azubel

Do UOL, em São Paulo

08/02/2016 10h33

O projetista da Red Bull, Adrian Newey, não gostou da decisão dos fabricantes de motores da Fórmula 1 de acabar com o sistema que limitava o desenvolvimento dos equipamentos. O fim dos chamados tokens está programado para 2017, mas o engenheiro acredita que isso só vai aumentar demais os gastos da categoria e aumentar ainda mais as diferenças entre as equipes.

Por não ter um acordo de equipe de fábrica com nenhuma montadora, a Red Bull tem sido contra qualquer regulamento que aumente o poderio dos fabricantes de motores, por acreditar que não conseguirá brigar de igual por igual com organizações como Mercedes e Ferrari. O time defende a introdução de um motor alternativo para fazer frente aos atuais.

“Se você olhar para as reuniões do grupo técnico [encontro de engenheiros que discute mudanças no regulamento técnico] entre 2012 e 2013, o acordo era de que os motores estariam congelados, mas as equipes que estivessem atrás ainda poderiam continuar desenvolvendo. Isso não aconteceu”, reclamou Newey.

“As coisas se tornaram uma briga de gastos. Os números que estão sendo gastos pelas grandes fabricantes são enormes então acho que, potencialmente, para companhias como a Renault, que não estão preparadas para gastar tanto, isso significa que a diferença só vai aumentar, e não diminuir.”

Após meses de indefinição, a Red Bull segue usando os motores franceses nesta temporada, rebatizados como Tag Hauer. Com o salto que se espera da Honda neste ano, é possível que o motor Renault se torne o mais fraco da F-1, uma vez que a montadora tem tido dificuldades em desenvolver seu projeto.

Newey também reclamou do atual regulamento, que pode ocasionar diferenças entre as equipes de fábrica e as clientes. “É muito curioso que tenhamos esse conjunto de regras em que o fabricante tem de fornecer o mesmo hardware para as outras equipes, mas não tem a obrigação de fornecer o mesmo software e, com isso, a mesma performance. Ninguém está reclamando disso porque os clientes não podem falar nada já que seus contratos não permitem.”

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